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Desestatização do casamento já!

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Não há uma desculpa minimamente “compreensível” para a intervenção do Estado nos contratos de casamento. Evitar monopólios? De quem? Garantir direitos? Ora, os contratos já o fazem e já há direitos inalienáveis (vida, propriedade e liberdade). Para garantir a possibilidade de divórcio, a partilha dos bens, etc? Isso tudo pode ser previsto em contrato. E se não for? Isso é problema das partes que fizeram o acordo e assinaram os papeis.

Ao assinar um contrato você está concordando com tudo que nele está disposto. Se não leu, tivesse lido. Se confiou nele(a), que desconfiasse. O indivíduo é o único responsável por si mesmo e pelas consequências dos próprios atos.

O Estado interfere no direito dos indivíduos de assinarem contratos de casamento entre si. Mas e se menores de idade se casarem, principalmente as crianças? Ou pais forçarem crianças a casarem, baseados em algum culto, ou religião? Primeiro, um menor de idade não está apto a assinar nada sem a orientação e consentimento de seus responsáveis, principalmente as crianças (os adolescentes podem tentar enganar, mas então o documento se torna inválido). Segundo, já há pais e mães que concedem emancipação aos seus filhos e a partir de então se quiserem casar, compete apenas a estes tal decisão. Conceder a emancipação é uma decisão que cabe aos pais e a mais ninguém. Terceiro, pais que obrigam seus filhos(as) a se casarem independente da idade por critérios religiosos o farão independentemente de permissão ou proibição do Estado, logo, a desestatização do casamento em nada afeta essa realidade.

É justamente por haver a estatização do casamento que os gays precisam lutar tanto pelo mundo pelo direito de se casarem, algo que os direitos à vida, propriedade e liberdade, por si, já lhes garantem, o Estado usurpa, para depois algum político de esquerda (a responsável pela estatização) tirar proveito e se mostrar como “grande defensor da causa gay, dos direitos individuais, das minorias, etc”, sendo que os liberais e os libertários são favoráveis aos direitos naturais desses indivíduos desde antes da estatização do casamento.

Essa estatização cria esse ambiente para tirar proveito político de uma situação criminosa gerada pelo Estado, pois atenta contra os direitos individuais.

Claro! Uma vez que o Estado se mete na questão e controla o casamento, nada mais justo que estender tal direito a todos os indivíduos, independente de gênero, etnia, credo, time de futebol, etc. Contudo, não devemos nos furtar a defender a desestatização do casamento, pois esta é a “solução final” que evita todos os problemas gerados pela estatização.

Mas e as Igrejas? As Igrejas são instituições privadas e tem o direito de escolher a quem atenderão. Se uma Igreja decidir não casar mais héteros, mas apenas gays, está em seu direito, se decidir casar só héteros, também, e se optar por efetuar casamentos de ambos, que assim seja. Ora, porque aqueles que se incomodam com tais direitos, então não fundam suas próprias Igrejas e casam a todos, ou ao público que desejarem?

Muito fácil condenar os demais por não fazerem aquilo que ti mesmo não estás disposto a fazer. Muito fácil querer impor sua opinião e moral sobre a propriedade de outros, mas não tomar uma única iniciativa através de sua propriedade para realizar tal opinião e tal moral. É a história de querer sempre obrigar outros a fazerem aquilo que achas correto, para que não tenhas o trabalho de fazê-lo por ti mesmo.

Concluo afirmando que não há o menor cabimento em manter nas mãos do Estado o direito de regulamentar e controlar o casamento, cuja decisão e suas consequências serão sempre de responsabilidade dos que se casam. Não há cabimento em manter o divórcio nas mãos do Estado, pois ele não passa de uma rescisão contratual, que no Livre Mercado seria autorregulada pelo próprio contrato e sem todas as complicações legais que hoje a intervenção estatal acarreta, como demora dos processos e entraves na vida pessoal dos envolvidos, que se veem reféns de um contrato rescindido, mas que precisa do aval de um terceiro que nada contribuiu, nem tem a ver, com tal contrato e com os direitos desses indivíduos de tomarem as próprias decisões,  efetuarem acordos entre si e assumirem as consequências já previstas pelo próprio contrato.

Roberto Lacerda Barricelli é Jornalista

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Preparem-se para o Marco Servil da Internet

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É fato há alguns dias: o Estado é senhor absoluto da internet brasileira, sendo delegada a nós a condição de servos de tal “instituição”. Não podemos mais reclamar, criticar, expor, denunciar, nada, apenas obedecer. Quem não se curvar ao Estado terá que arcar com as consequências. Sim, o Governo conseguiu criminalizar a Liberdade de Expressão na internet.

Alguns otimistas dirão que podemos utilizar o Marco Civil (Servil) da Internet contra os governantes. Sério? Então alguém realmente acredita que podemos algo contra os Sarneys, Collors, Temers e toda essa corja? Ainda mais, conseguiremos algo contra eles através da justiça estatal? O máximo é nos defendermos contra os “pequenos”, sejam vereadores, deputados, fiscais, MAVs, nisso sim podemos utilizar o feitiço contra o feiticeiro. Mas contra os peixes grandes? Só outros peixes grandes para abocanhar-los. Apenas se a oposição, que não é tão oposicionista assim, utilizar os poucos “grandes nomes” para revidar os ataques da corja governista, somente assim, talvez, tenhamos alguma chance no campo político e judicial.

No mais, Deep Web, Thor e outros serão muito úteis para evitar a vigilância constante do Estado sobre seus cidadãos na internet. Teremos que tomar cuidado dobrado com a censura, pois caminhamos a passos largos rumo à ditadura. É a venezuelização do Brasil dando as caras. Irônico ver esses indivíduos a favor de uma lei como o Marco Civil (Servil) da Internet ao mesmo tempo em que criticam o AI-5 do Regime Militar Brasileiro. Ambos são péssimos e não há a menor coerência em defender um e ser contra o outro. Sou contra ambos!

A indignação da esquerda brasileira é muito seletiva. Gritam contra o AI-5, são a favor do MCI (um AI-5 digital). Esbravejam contra o Regime Militar, mas apoiam a ditadura castrista e a de Nicolás Maduro, na Venezuela. Tratam-nos como nos veem, como meros servos de suas vontades e devaneios de poder e controle total.

“A justiça brasileira é lenta e processos previstos no MCI demorarão anos para terem algum efeito”. Lenta para quem, além do cidadão comum? A “justiça” é lenta quando se trata de beneficiar Lula, Dilma, Sarney, Collor, Temer, Gleisi e tutti quanti? Será lenta nesses casos? Ora, o Governo já quer manda que o Facebook retire do ar todo conteúdo que considerarem “prejudicial à imagem da presidente Dilma”. E se o Facebook se recusar? A “justiça” será lenta em obrigá-lo a retirar todo conteúdo que primeiro for denunciado pela MAV (Militância em Ambientes Virtuais) do PT e depois solicitado via justiça comum, por “cidadãos preocupados”?

Aproveitem enquanto ainda podem ler textos como este, mas, principalmente, aproveitem o tempo que nos resta de liberdade de expressão. O Governo petista agiganta o Estado e não espera menos de seus servos que obediência total, ou aniquilação política, econômica e/ou judicial. A censura bate à nossa porta e somos impedidos de recusar-lhe passagem.

Por Roberto Lacerda Barricelli

Fonte: 

Lei 12.965 – http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l12965.htm 

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Por que o Misetes é importante para o movimento Liberal/Libertário?

Misetes

O grupo Misetes é direcionado às mulheres libertárias/liberais, principalmente seguidoras do economista austríaco Ludwig von Mises. Não é necessário ser um gênio para perceber tal fato. Mas, por que o Misetes é importante?

Para quem frequenta o meio libertário, grupos de estudos liberais e participa ativamente desses movimentos, não é difícil de perceber o diminuto número de mulheres. Ora, não fiz um estudo, mas posso “chutar” que há pelo menos 10 liberais/libertários para cada liberal/libertária. Ao menos através da observação.

Isso é ruim para o movimento, pois a presença feminina não só é vista como símbolo de tolerância, diversidade e integração, como produz ganhos intelectuais e políticos consideráveis. Por exemplo, vejamos como a esquerda explora a imagem da mulher e os ganhos que retira disso, agora, observemos como ela o faz através de vitimização e tratando-as como seres inferiores e incapazes, que precisam de direitos especiais, mas disfarçando isso com o movimento feminista e um discurso falacioso de “justiça social” e “falsa métrica”.

Se com todos esses subterfúgios malditos, a esquerda consegue tamanhos ganhos, como ele presidentes, indicar executivas para postos estratégicos, como Graça Foster na presidência da Petrobras, indicar ministra para o Supremo Tribunal Federal e/ou para os Ministérios do Governo Federal, ou fazer de senadoras novas ministras e futuras candidatas ao Governo do Estado do Paraná, apesar da incompetência nos cargos anteriores e transformá-las em (falsas) defensoras dos Direitos Humanos, dos gays e tutti quanti, para citar só alguns exemplos, imaginemos o proveito que liberais e libertários podem tirar do “ativismo feminino”?

Nós libertários e liberais podemos tirar proveito agindo justamente de forma oposta ao que faz a esquerda, através da cooptação pautada no respeito, na defesa dos direitos individuais e da aceitação da mulher como parte fundamental da sociedade e do próprio movimento liberal/libertário.

As mulheres possuem tanta capacidade intelectual quanto os homens. Alguns dirão que a esquerda lhes é mais atraente devido ao apelo emocional, enquanto liberais e libertários utilizam da racionalidade. Ora, isso é subestimar as mulheres. Claro, não podemos negar que normalmente as mulheres estão mais aptas ao apelo emocional que os homens, contudo, isso não significa que não possuam capacidade de discernimento suficiente para decidirem entre o que é bom e o que é ruim. Para tanto, precisamos cooptá-las, apresentar o movimento e explicar nossos conceitos, valores, ideias e ideais.

As mulheres podem até se interessar menos por política do que os homens, normalmente, mas também não significa que são desinteressadas, como alguns gostam de generalizar, ao contrário, significa um desafio maior que precisamos superar.

A presença feminina, o olhar diferenciado que captam sutilezas que a nós (homens) são quase imperceptíveis e o contraponto na visão de muitas questões, principalmente ligadas aos problemas sociais, são essenciais para o desenvolvimento e evolução dos movimentos liberais e libertários.

Por isso, iniciativa como o Misetes e o Clube Miss Rand (ligado À rede Estudantes Pela Liberdade) com atuação majoritariamente concentrada em Porto Alegre/RS, são tão importantes, ou melhor, fundamentais/essenciais para o movimento Liberal/Libertário.

Para quem não conhece, mas deseja conhece, as páginas do grupos no Facebook são:

Misetes –https://www.facebook.com/pages/Misetes/1407324212872940?fref=ts

Clube Miss Rand – https://www.facebook.com/clubemissrand?fref=ts

Por Roberto Lacerda Barricelli

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Diga não ao Marco Civil da Internet

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O Marco Civil da Internet é um retrocesso à liberdade dos indivíduos na internet brasileira e um perigo a todo cidadão ordeiro. Explico! O Projeto de Lei 2.126/2011, também conhecido como Marco Civil da Internet, provavelmente será votado hoje, 25 de março de 2014, e consiste em uma afronta à liberdade de expressão e ao livre mercado.

A “neutralidade da rede” não tem qualquer serventia senão controlar ainda mais as relações entre consumidores e empresas. Justifica-se por um suposto perigo de “discriminação de conteúdo pelas empresas prestadoras de serviços de internet e provedores de acesso”. O que isso significa? Que se fomenta um medo fictício de que as operadoras de internet e os provedores comecem a discriminar o conteúdo que o usuário pode acessar com seu pacote contra a vontade desse e o exclua do “convívio virtual” e o acesso a tal conteúdo.

Na prática, não passa de besteira estatal para convencer os cidadãos a permitirem mais este golpe contra eles mesmos. Hoje não há qualquer lei que preveja a tal “neutralidade da rede” e, no entanto, as operadoras de internet e os provedores oferecem diversos pacotes com velocidades diferenciadas e acesso a todo conteúdo, bem como pacotes com acesso restrito. Tudo para ser escolhido pelo consumidor.

Com a neutralidade da rede tudo que se consegue é impedir as empresas de oferecerem também pacotes para acesso apenas a determinado conteúdo e impede-se os consumidores que desejarem adquirir esses pacotes de fazê-lo, sendo estes obrigados a adquirir pacotes mais caros e com acesso a conteúdo além do desejado. Por exemplo, se o indivíduo X quiser adquirir um pacote de internet que lhe dê acesso apenas a e-mail e ferramentas do Google, não poderá fazê-lo, sendo obrigado a adquirir o pacote completo e contratar um técnico ou estudar e ele mesmo configurar seu(s) computador(es) para bloquear tal acesso. No entanto, ao fazer isso, continuará pagando o preço de quem possui tal acesso. Um pacote que seria mais barato, podendo oferecer outros diferenciais como velocidade maior e melhor de conexão, será mais caro e sem diferencial nenhum, para atender às regulamentações.

Isso causa danos às empresas também, que poderiam contratar pacotes com acesso somente aos e-mails, bloqueando o acesso dos funcionários a sites como Facebook e outros durante o expediente. Agora, elas terão que investir em meios de bloquear o conteúdo, com indivíduos contratados para efetuar um serviço que seria mais barato e dispensaria tal custo, que poderia ser investido na melhoria dos produtos e/ou serviços da própria empresa. Esse “emprego” gerado afeta a geração de outros empregos com o aumento do lucro advindo das consequências positivas de investir tais recursos em produtos/serviços melhores e mais baratos.

O Marco Civil da Internet também acaba com a solução não litigiosa de problemas de usuários com crimes virtuais. Por exemplo, se hoje podemos pedir a retirada de um conteúdo que inicia agressão contra nós no Facebook através de denúncia à rede social, podendo ser implicada legalmente em um segundo momento, caso o conteúdo criminoso não seja retirado, amanhã teremos que entrar com ação judicial solicitando a retirada do conteúdo e o Facebook só será implicado se não retirá-lo após ordem judicial. Algo que era solucionado pelo mercado, agora entupirá ainda mais nosso judiciário já moroso e implicará em danos aos cidadãos honestos em benefício dos criminosos.

O outro lado é válido também. Um político com influência minimamente considerável, mesmo que não conte com afeição de juízes, poderá facilmente manter conteúdo difamatório contra adversários “menos influentes” e críticos, podendo retirar os conteúdo que lhe seja “prejudicial”, sem que seja criminoso. Vejo censura no horizonte.

Além do engessamento as relações entre consumidores e empresas, os serviços tendem a piorar e/ou ficarem mais caros devido aos custos extras e desnecessários (além de exigências absurdas) causados pelas regulamentações, como a exigência de manter os dados de conexão dos usuários e acesso a aplicações de internet (mesmo que de forma sigilosa para garantir a “privacidade” e a “intimidade” desses usuários) aos provedores de acesso, por um ano. São milhões de usuários e bilhões de conexões e acessos a aplicações diariamente. Dizer que os dados só podem ser fo0rnecidos mediante ordem judicial, não muda o fato de que essa ordem pode partir a pedido de qualquer um “interessado”, nem que o custo gerado será surreal e afastará o investimento no setor.

Por fim, há a exigência de que haja instalação dos servidores das empresas estrangeiras de conteúdo no Brasil, para “garantir a segurança dos dados dos usuários brasileiros”, com o fantasma do caso de espionagem dos EUA. Nesse caso, empresas como Google e Facebook, por exemplo, precisariam ter servidores no Brasil, algo totalmente inviável, dado o custo gerado pelo Governo com regulamentações e impostos e o tamanho que precisariam ter tais servidores, necessitando de uma estrutura que o país não proporciona. Ora, essas empresas instalam seus servidores em países e regiões com temperaturas abaixo de zero por causa do calor gerado por tais servidores, sendo mais fácil resfriá-los nesses ambientes. Como fariam com o Brasil?

O Marco Civil da Internet é um Projeto de Lei disfarçado por boas intenções, que não passam de desculpas bem elaboradas e têm por trás as piores intenções possíveis, como controlar o último reduto de liberdade a que temos acesso e interferir ao máximo na vida de cada cidadão, conferindo poderes de ditador ao Estado sobre a internet e os usuários.

Por Roberto Lacerda Barricelli

Fontes:

Câmara dos Deputados (Projeto de Lei do Marco Civil da Internet) – http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=912989&filename=PL@126/201

Blog – Marco Civil Não – http://marcocivilnao.com/

Consultor Jurídico (Conjur) – http://www.conjur.com.br/2014-mar-23/fernando-rossi-marco-civil-internet-prejudica-solucao-extrajudicial

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A “Primavera” venezuelana

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Acompanhando como consigo as manifestações na Venezuela, pois a censura imposta pelo governo por lá é diabólica, lembro da Primavera Árabe.  Serei apenas eu?

Os venezuelanos estão se manifestando contra o governo, mas principalmente contra os estragos provocados pelo Chavismo desde 1999, com seu Socialismo Bolivariano, sua filosofia de boteco.

Nicolás Maduro é o escolhido para o estouro da bomba, mas não está isento. Como Maduro tentou resolver os problemas criados pelas políticas socialistas bolivarianas na Venezuela? Através de mais políticas socialistas bolivarianas que agravaram a situação até o insustentável.

Há escassez e inflação? Coloquemos a culpa nos empresários e empreendedores, justificando porcamente uma política de controle de preços, mesmo sabendo que o cálculo de preços pelo Estado é impossível, pois este não está sob as regras do mecanismo de lucros e prejuízos, nem do sistema de preços. O resultado? Mais escassez, produtos inferiores a preços maiores. Os bons produtos e serviços? Estão no mercado negro e mais caros devido ao risco.

A insegurança e os índices de violência contra cidadãos ordeiros aumentaram? Vamos resolver isso desarmando os cidadãos e esperando que agora que não podem se defendem sofram menos violência. Só faltou combinar com os bandidos.

Os empresários estão lucrando muito? Isso é ruim, vai que eles resolvem gerar riqueza e empregos, distribuir renda, desenvolver a atividade econômica e mostrar que a glória é deles e não do Estado, que na verdade só atrapalha. Isso é muito perigoso, logo, devemos instituir lucro máximo para forçá-los a produzir produtos e prestar serviços inferiores para cortar custos e manter o lucro aceitável. Ah, mas vamos garantir que façam exatamente isso, criando uma lei que os impeça de demitir seus funcionários por no mínimo um ano, pois com certeza tais funcionários sabendo que tudo podem e não serão demitidos, trabalharão com muito mais qualidade e ganharão bem mais, apesar da falta de motivação, certo?

Essas são as medidas de Nicolás Maduro como presidente da Venezuela. Os efeitos estão claros: mais escassez, renda menor, migração de produtos e serviços “melhores” para o mercado negro, aumentando seus preços devido ao risco, sucateamento de produtos e serviços para impedir a falência e aumento da violência contra os cidadãos, pois agora estão indefesos, enquanto os bandidos obviamente não entregarão suas armas e se aproveitarão do fato para cometer mais crimes.

E quando a bolha finalmente estoura de quem é a culpa pelos anos de Chavismo e políticas econômicas burras de Nicolás Maduro? Dos golpistas, oposicionistas, imperialistas e empresários/empreendedores, que estão boicotando a Venezuela para viabilizar um golpe de Estado (e no caso da violência, a culpa é das novelas e do Homem Aranha). Seria cômico se não fosse trágico. Maduro começa a se tornar uma figura das mais caricatas.

Os cidadãos, que não suportam mais a miséria da Venezuela, disfarçada pelos petrodólares que não são eternos, se manifestam, vão às ruas e morrem. Cidadãos assassinados por lutar contra o Estado e o socialismo bolivariano (ao contrário do que fazem os manifestantes daqui, lutando por ainda mais Estado para resolver os problemas criados pela existência do Estado).

E como são tratados esses cidadãos pelo próprio presidente? Como escória. Maduro chama-os de fascistas da direita. Como? O próprio Benito Mussolini definiu o fascismo como “tudo para o Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado”. Então, indivíduos que lutam contra o Estado são chamados de “fascistas”, ou Maduro é ignorante e burro, ou intelectualmente desonesto, ou ambos.

Uma definição mais precisa de fascismo: um sistema estatal que transforma o setor privado em cartéis controlados por grandes empresários com ótimas conexões políticas e que financiam o próprio Estado. O fascismo atribui ao Estado todas as virtudes e o situa como centro de toda a ordem, negando aos indivíduos o poder sobre si mesmos. O Estado fascista é o senhor absoluto de toda a sociedade.

Ora, são esses valores da Direita? Não! Pois ela defende o Livre Mercado, a diminuição do Estado, a concorrência, os direitos individuais, a liberdade econômica e situa o indivíduo no centro da sociedade, ou seja, como o único responsável pelas transformações sociais, garantindo justamente a propriedade sobre si mesmo.

Ocorre que os fascistas combateram os socialistas e comunistas. Logo, assim como os nazistas (seus aliados) foram situados à direita apenas por combaterem tais ideologias. Isso significa que para os socialistas e comunistas se você não for um deles, então pertence à direita e ponto. Ao analisarmos o fascismo (assim co o nazismo) fica claro que se trata de uma doutrina de esquerda, com valores fundamentais à esquerda como controle dos indivíduos pelo Estado, intervencionismo e censura.

Imputar o termo fascista a opositores é tática antiga da esquerda, não só na Venezuela, mas por todo o mundo. É exatamente isso que faz Nicolás Maduro. O presidente venezuelano chama os opositores e manifestantes daquilo que suas próprias políticas o aproximam. Quem sabe gritando que os outros são fascistas, convence aos demais. Ou então, deixando bem claro seu ódio pelos manifestantes e opositores; vociferando contra eles com ódio nos olhos e palavras, consiga passar a impressão que os outros é que são odiosos. Algo do tipo: “nossa, devem ser muito odiosos para serem tão odiados”, pior que há quem caia nessa.

Em meio a tudo isso, Maduro convoca a própria militância para defendê-lo nas ruas, às quais ele mesmo não irá durante as manifestações. Dividir o povo ao meio e jogar uns contra os outros é importante para o plano de domínio esquerdista, pois uma guerra civil justificará a intervenção mais “virulenta” do Estado e a imposição de uma Ditadura Socialista Bolivariana para “proteger o povo de si mesmo”. Mas quem protegerá um povo reprimido, violado e desarmado, daquilo que ele combate (o Estado)? Quem está realmente perto de um golpe de Estado?

Enquanto presenciamos a violência e repressão predominando no Governo venezuelano contra seus próprios cidadãos, o Governo brasileiro a idiotas úteis de plantão apoiam abertamente Nicolás Maduro. O governo venezuelano prende opositores arbitrariamente (como o líder oposicionista Leopoldo Lopez), assassina estudantes, censura a mídia e reprimem violentamente os manifestantes, para o ex-presidente Lula fazer vídeoa apoiando esse regime totalitário asqueroso.

Fico triste que Chávez não está vivo para presenciar o resultado de suas políticas socialistas na Venezuela.

Ou os venezuelanos levam até o fim suas manifestações e expulsam do poder a corja lá instalada e que leva a Venezuela à beira da desgraça, ou a cubanização da Venezuela será inevitável e irreversível.

Por Roberto Lacerda Barricelli

Fontes:

Instituto Mises Brasil – http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1343

Portal do Olavo de Carvalho – http://www.olavodecarvalho.org/semana/fascismo.htm

Blog do Aluízio Amorim – http://aluizioamorim.blogspot.com.br/

NTN24 – http://www.ntn24.com/videos/entrevista-abogado-ddhh-venezuela-121933

G1 – http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/01/leis-de-controle-de-precos-entra-em-vigor-na-venezuela.html

Folha de São Paulo – http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2014/02/1410217-venezuela-tem-maior-inflacao-desde-1996-apesar-de-controle-de-precos.shtml

Instituto Mises Brasil – http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1582

Estadão – http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,nicolas-maduro-fixa-em-30-lucro-maximo-na-venezuela,1118918,0.htm

Relações do Trabalho – http://www.relacoesdotrabalho.com.br/profiles/blogs/no-valor-economico-na-venezuela-empresa-fecha-fabrica-mas-nao-pod

Blog da Rachel Sheherazade (Jornalista e apresentadora do SBT) – http://rachelsheherazade.blogspot.com.br/2014/02/colhendo-tempestade.html

Youtube – Lula apoiando o sanguinário Nicolás Maduro – http://www.youtube.com/watch?v=LZS1OeRIRbk

G1 – http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/02/saiba-quem-e-leopoldo-lopez-lider-dos-protestos-na-venezuela.html

Exame – http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/com-a-oposicao-e-o-chavismo-nas-ruas-da-venezuela-leopoldo-lopez-se-entrega

Diário de Notícias (Portugal) –  http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=3683987&seccao=EUA%20e%20Am%E9ricas 

RFI – www.portugues.rfi.fr/americas/20140215-novo-dia-de-manifestacoes-e-tensao-na-venezuela 

EBC (Agência Brasil) –  http://www.ebc.com.br/noticias/internacional/2014/02/venezuela-vive-noite-de-tensao-com-nova-onda-de-manifestacoes

Blog Externato Luis de Camões (Portugal) –http://elchistoria.blogs.sapo.pt/71946.html

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Quando “defensores da liberdade” prestam desserviço à defesa da liberdade

5.0.2

Quando alguém se julgar mais puro que os demais, ou daqueles que simplesmente não concordam com 100% de tudo o que ele pensa, fala, escreve, etc, então, desconfie desse indivíduo. O que me leva a escrever isso? Uma mistura entre preocupação e decepção. Explico!

Não me é novidade que a esquerda aja de acordo com determinada metodologia, tanto que escrevo uma série intitulada “Metodologia do Idiota Útil” e que já está em seu sétimo “capítulo”, mas voltando, também não me surpreende os posicionamentos de diversos conservadores (principalmente quanto aos direitos individuais) que acabam combatendo a própria liberdade que dizem defender; principalmente a que considero mais “sagrada”: a propriedade sobre si mesmo.

Bem, estou surpreso (e não é de hoje) com as atitudes de alguns libertários que chegam a ser muito parecidas com as de esquerdistas caricatos.

Por exemplo, os esquerdistas estão acostumados a idolatrar determinados indivíduos, independente dos fatos, das consequências de seus atos e de suas personalidades assassinas, racistas e autoritárias. Também lhes é comum o ad hominem, ou seja, atacar o debatedor ao invés de tentar refutar os argumentos, e principalmente o fanatismo, que os leva a se colocarem como monopolizadores de todas as virtudes. Isso significa que se posicionam como se fossem os únicos a defender diversos pontos e qualquer opinião contrária automaticamente coloca o questionador como um inimigo “da causa” e das pessoas.

Ao inflar o próprio ego até que toque a lua, os esquerdistas cometem diversos erros que lhes custam caro, como achar que não precisa estudar para dominar um assunto, basta repetir o que seus “ídolos” disseram ou um discurso pronto e batido. E começo a ver essas características em diversos libertários, algo que me decepciona e preocupa.

Eu gosto demais de Rothbard e de Mises, contudo, não deixo de analisar o que escreveram, disseram e fizeram, como se só o fato de ter sido escrito, falado e feito por eles seja o suficiente para validar tudo. Agora, ouso discordar de uma posição de Rothbard e o que recebo em troca? Ad hominem fanático. Nem de longe querendo comparar Rothbard e genocidas como Che Guevara, Mao, Hitler e Stalin, o que quero deixar claro é que a atitude de quem não aceita críticas ao primeiro muito se parece com a de quem defende compulsivamente os outros. Isso é fanatismo.

Vejo esses mesmos libertários citando Rothbard, Friedman e outros como se apenas porque foram eles que falaram determinadas frases já é o suficiente para refutar qualquer argumento contrário, ou questionador. Isso é idolatrização. Ora, só por que foi Rothbard que disse, então tenho que concordar e ponto?

– “Acho x” / – Mas Rothbard disse “Y” / – Discordo de Rothbard nesse ponto. / – Seu comunista, esquerdista, socialista, etc.

Esse é o diálogo padrão ao debater com esses indivíduos. Parece que têm um surto psicótico quando um de seus ídolos recebe uma crítica, ou é questionado, mesmo que por alguém que concorda com 90% do que ele disse. “Como você pode questionar Rothbard? Você é imbecil? Virou comunista?” Essa atitude se assemelha demais a de esquerdistas fanáticos (quase pleonasmo) e presta um desserviço à defesa da liberdade por gerar a impossibilidade de debaterem-se as ideias, pontos de vista, argumentos, etc.

Não longe, indivíduos nesse perfil se colocam como os mais puros ideologicamente e únicos defensores verdadeiros da liberdade, assim como a esquerda se coloca como monopolizadora das virtudes. O fanatismo é/será a ruína deles.

Chegam a preferir perseguir conservadores e liberais a debater e desmascarar esquerdistas. Óbvio que o debate é importante entre todos os grupos, porém, quando ele passa de debate a ataques pessoais, inicia-se a prestação do desserviço a defesa da liberdade. Se um liberal ou conservador publica um texto que fere a liberdade, então, debater com ele é necessário, da mesma forma que o seria se fosse um libertário ou um esquerdista a fazê-lo, contudo, passar meses e até anos depois ainda falando do tal texto e atacando o articulista sempre que pode apenas por picuinha, não ajuda a defesa da liberdade, pelo contrário.

Pior ainda é abrir mão de algo que ajudará no combate ao autoritarismo e a esquerda apenas por ter envolvimento de determinado indivíduo. Por exemplo, o poadcast do Instituto Mises Brasil onde Bruno Garschagen entrevista Rodrigo Constantino sobre o livro Privatize Já. Abre-se mão de uma entrevista que esclareceria diversos pontos sobre a privatização e levaria informações preciosas a diversas pessoas, por posicionamentos pessoais contra o entrevistado. Censura-se a entrevista, por picuinha. Ora, isso não é notório à esquerda? Novamente, prejudicou a defesa da liberdade por um posicionamento de “purismo ideológico” e monopolização das virtudes (igual faz a esquerda?).

É necessário concordar ou discordar de 100% do que alguém diz? Não podemos aproveitar o que houver de bom e jogar fora (e até combater) o que houver de ruim? Censurar em nome da liberdade? Chamar a Rachel Sheherazade de “quadrúpede intelectual” e só criticá-la ignorando sempre que ela acertar em algo? No que isso ajuda a defesa da liberdade? Apresentar argumentos embasados em fatos, história, lógica, dados e razão em defesa da liberdade é mais inteligente e funcional. Ou vamos defender a liberdade de expressão apenas quando o que for falado estiver de acordo com nossas opiniões individuais?

Se algo está errado, devemos expor os motivos de estar errado para corrigir o erro. Partir para a agressão serve apenas para pintar o agressor de intolerante. Desperdiça-se uma excelente oportunidade de defender a liberdade e apresentar informações ao outro que possam ajudá-lo a analisar melhor determinadas questões e obter outras que ajudem a compreender o posicionamento alheio, pois mesmo que continuemos a discordar, compreender o debatedor nos ajuda a trabalhar melhor nossos próprios argumentos e enriquecê-los para debates futuros.

Impedir que milhares de pessoas tivessem acesso a determinado conteúdo que lhes seria de grande valia e ajudaria na compreensão e divulgação do liberalismo, da defesa da liberdade e dos conceitos libertários, tudo por causa de picuinha; de motivos pessoais inferiores baseados em fanatismo ideológico, presta um desserviço gritante à defesa da liberdade, ao liberalismo e aos próprios libertários.

Adotar um modus operandi semelhante ao dos esquerdistas não faz/fará de ninguém um conservador, liberal ou libertário melhor, pelo contrário, prejudica ao conservadores, liberais, libertários e, principalmente, à defesa da liberdade , enquanto fortalece a esquerda e seu autoritarismo.

O debate precisa existir, mas a defesa da liberdade necessita estar acima de sentimentos mesquinhos como superioridade moral, purismo ideológico, inveja, raiva e vingança. Do contrário, não passaremos de um monte de adultos agindo como adolescentes e comparando quem tem o melhor “xaveco”.

Por Roberto Lacerda Barricelli 

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Cuba – Raul Castro “permite” (mas impossibilita) que cubanos comprem carros novos

RauCastro

A Ditadura cubana anunciou em dezembro/2013 uma medida que permite aos cubanos comprarem carros novos, algo que não ocorria desde 1959, sem precisar de autorização governamental. “Sarcasticamente” a permissão veio acompanhada da “impossibilitação” , pois até os carros usados estão com preços absurdamente fora da realidade dos cubanos.

Há duas moedas em Cuba, sendo que em outubro de 2013 a ditadura comunista anunciou que seriam unificadas gradualmente, algo que ainda não ocorreu, são elas: o peso cubano e o peso conversível (CUC). A ilha prisão mantém a taxa de câmbio do peso cubano para o conversível em 24 para 1, enquanto o peso conversível é mantido equiparado ao dólar cambialmente, ou seja, 1 CUC vale US$1. A CUC é utilizada pelos cubanos que atuam no turismo e para estabelecer os preços de itens básicos, aos quais a população tem pouco ou nenhum acesso.

O salário é pago em pesos cubanos e equivale (em média) à US$20 ao mês. Porém, mesmo os carros antigos estão a preços impossíveis para o cubano “comum” arcar. Obviamente, os carros são vendidos com preços estabelecidos em CUC,

Para elucidar a questão, o Peugeot 508 é vendido a 263,185 mil CUC’s, ou seja, 263,185 dólares. Em reais (R$) os números assustam ainda mais, pois o valor convertido fica assim: Peugeot 508 por 263,185.00 pesos conversíveis (R$626 mil). Confira na tabela:

TabelaCarrosCuba

Com a informação de que os cubanos ganham em média US$20 ao mês, que o dólar e o peso conversível são mantidos com o mesmo câmbio, logo, o carro mais “barato” é o BMW Smod (1997) por 14.457.60 pesos conversíveis, aproximadamente R$34.409,08. Isso mesmo, um carro de 1997 custando acima de R$30 mil. Um Uno 2002 custa 18 mil pesos conversíveis (R$42,840.00).

Raul Castro diz: permito que comprem, mas impossibilitarei que isso ocorra. As palavras não saem da boca.

Para um cubano comprar o carro “novo” em uma loja autorizada, mesmo que seja o mais “barato” de todos (a BMW Smod 1997) os cubanos precisarão trabalhar por ao menos 143 anos (sem comer, beber, gastar um centavo sequer do salário) para juntar o dinheiro necessário. Isso é o que ocorre em um mercado controlado pelo Estado, produtos inferiores a preços astronômicos. Não há possibilidade de concorrência devido ao sistema socialista implantado na ilha, logo, as empresas são estatais monopolísticas, sem motivação alguma para lucrar, incapazes de efetuar o cálculo dos preços, portanto, sem quaisquer incentivos para investimentos em qualidade e preços baixos de produtos e serviços.

No livre mercado o empresário deseja lucrar e por isso consegue efetuar o cálculo de qual será o custo de seu produtos e/ou serviço e por quanto ele precisa vendê-los para manter seu negócio lucrativo. No livre mercado não há as absurdas barreiras burocráticas existentes no sistema socialista (como o de Cuba) e isso resulta na entrada de mais empresas nos diversos setores da economia alimentando a livre concorrência. A necessidade de concorrer para não falir obriga empresários e/ou empreendedores a investirem na qualidade de produtos e serviços e em preços menores, para continuarem atrativos aos consumidores e lucrarem.

Já o controle estatal nada faz além de mal. Tanto é que além de abusarem de regulamentações e travarem o mercado, também sobretaxam as operações. Os veículos têm ao menos 38% de imposto, sendo 20% de tarifa de importação, 8% sobre o valor do carro e mais 10% de custos de operação no país. Um produto que já é ruim e caro fica mais caro ainda e um que é bom e inacessível, fica mais inacessível que antes.

Raul Castro diz que utilizará o dinheiro arrecadado com o transporte público. Penso que é melhor os cubanos esperarem sentados por essas melhorias, pois como será gerada alguma receita se não for vendido nenhum veículo? E quem irá comprá-los? Só a elite rica que está dentro do próprio partido comunista de Cuba terá condições para tal. Os demais morrerão com seus salários de US$20 ao mês, tendo que trabalhar no mínimo 143 anos para comprar um carro velho, ou até 500 anos para comprar um carro novo.

A falta de liberdade em Cuba é tão marcante que mesmo quando a Ditadura Castrista concede uma “permissão”, os cubanos não conseguem usufruir desta. No fim, nada muda, pois Cuba continua dominada pela ditadura dos Castro e os cubanos à mercê do que eles quiserem fazer da ilha cárcere e de sua população.

Por Roberto Lacerda Barricelli

Fontes:

InfoMoney – http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/carros/noticia/3132101/primeiro-dia-vendas-livres-carros-cuba-tem-peugeot-508-por

Car Advice – http://www.caradvice.com.au/128514/peugeot-508-australian-launch-update/

Globo.com – http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/10/cuba-anuncia-unificacao-do-peso-cubano-e-do-peso-convertivel.html

Economia Uol – http://economia.uol.com.br/cotacoes/cambio/dolar-comercial-estados-unidos/

Cubanos por el mundo – http://cubanosporelmundo.com/2014/01/03/listado-de-precio-de-los-carros-en-cuba-segun-el-estado-cubano/

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