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A inversão dos direitos das vítimas

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O bandido que não deve ter o direito de cometer crimes, contudo, o que vemos é a inversão desta máxima e não só o bandido tendo direito a fazer o que bem entender, mas os cidadãos não tendo o direito de defenderem-se.

Na mente doentia dos defensores de bandidos, conhecidos também como ativistas dos “Direitos Humanos”, sejam cidadãos “comuns”, ou políticos conhecidos (como a secretária de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário), o cidadão deve deixar o criminoso fazer com ele o que bem entender e não reagir, ou utilizar de “violência” contra o bandido (ou seja, eles nos agridem e reagir é “violência”), pois devemos respeitar “os direitos humanos” desses “coitadinhos marginalizados pela sociedade burguesa, capitalista e fascista (?) malvadona”.

Para esses grupos de defensores de bandidos, ligados sempre à esquerda, os criminosos são “produtos do meio social” e a culpa por serem bandidos é nossa, que trabalhamos arduamente para conquistar o que temos através da meritocracia e de muito esforço. Sim, somos culpados porque temos um emprego, ou somos empreendedores e isso fomenta a inveja alheia. Nesse caso a culpa pela inveja é do objeto invejado e não do invejoso e vagabundo que ao invés de trabalhar dignamente, prefere tomar à força o que o outro conseguiu com trabalho e dedicação.

Como eu já disse em artigo anterior, o que ocorrer contra os bandidos quando reagimos às suas agressões são consequências das ações criminosas desses mesmos bandidos. Atualmente, o que vemos é a morte do bandido ser colocada como uma consequência da nefasta reação do cidadão que teve a audácia de se defender, ao invés de uma consequência da tentativa do bandido em iniciar agressão contra o cidadão.

Os bandidos não são produtos do meio social. Se assim fosse, então os pobres deveriam ser todos bandidos (ou a maioria deveria ser) e os cidadão de classe média e ricos, poços de bondade e honradez. Nesse caso, não haveria crimes do colarinho branco, nem políticos corruptos que ganham mais de R$26 mil ao mês e possuem assistências para tudo.

A realidade é outra. O bandido é uma exceção e não a regra. Tanto, que vemos os pobres (inclusive os mais miseráveis) preferindo desde catar latas de alumínio, papelão e plásticos pelas ruas, até trabalhando em “subempregos”, ou oferecendo sua mão de obra para “bicos” como retirar mato do quintal, pintar uma parede, varrer a calçada, etc. Outros preferem fazer malabarismo nas ruas, vender balas, doces e bebidas nos vagões dos trens e metrôs. E por aí vai.

Logo, virar bandido não é uma consequência da pobreza, por mais extrema que seja, nem da falta de oportunidades, mas de um desvio de caráter pré-existente. Claro, não direi aqui que crescer em um lar desfeito, com um pai bêbado, uma mãe drogada e apanhando, não pode exercer determinada influência, contudo, quantos crescem em lares assim (ricos, classe média e pobres) e optam pelo caminho oposto? Quantos optam pelo crime?

No fim, há sempre a opção e quem a faz é o indivíduo. Não há oportunidade alguma? Ora, e quem lhe disse que os outros são obrigados a lhe dar oportunidades? O vendedor de água ambulante dentro dos vagões do trem teve uma oportunidade lhe dada? Não, ele criou a própria oportunidade e escolheu trabalhar ao invés de cometer crimes. Alguns podem dizer que ele está cometendo um “crime”, pois é proibido tal comércio. Contudo, eu lhes responderei que o Estado é uma instituição que vive do roubo aos contribuintes e não tem legitimidade para existir, quiçá para definir o que são crimes. Isso é definido pela nossa moral, ética e pela ilegitimidade de se iniciar agressão contra outro.

Fosse o trem uma propriedade privada e eu concordaria em dizer que é um desrespeito ao dono fazer algo que ele proíbe em sua propriedade e que é criminoso caso isso carreta alguma agressão contra ele. O Estado tem suas “propriedades” construídas através do roubo e, portanto, devem ser privatizadas e o roubo cessar. Como isso deve ser feito? Há artigos diversos neste Blog, com inúmeras fontes que mostram esse processo, do qual eu ainda falarei muito em artigos futuros. Há também livros de Mises, Hayek, Bawerk, Menger, Rothbard e tantos outros, basta pesquisar e estudar.

O que deixo aqui é esta conclusão: enquanto os bandidos forem tratados como coitadinhos que merecem compaixão e os cidadãos ordeiros e trabalhadores como crápulas culpados pela marginalização desses coitadinhos, enquanto houver o preconceito ridículo dizendo que a pobreza gera criminosos, logo, os pobres são criminosos, continuaremos caminhando em frente à institucionalização do crime como política de estatal de “justiça social” e para o fim de nossa sociedade civilizada e do direito à propriedade mais “sagrada” de todas, a nossa propriedade sobre nós mesmos.

Por Roberto Lacerda Barricelli

Fontes:

Mapa da Violência 2013 (Pronto para download em PDF)-http://www.mapadaviolencia.org.br/pdf2013/MapaViolencia2013_armas.pdf

Artigo deste Blog sobre porte de arma (fontes ao final) – https://robertolbarricelli1.wordpress.com/2013/10/09/porte-legal-de-armas-de-fogo-diminui-a-violencia/

Câmara dos Deputados –http://www2.camara.leg.br/comunicacao/assessoria-de-imprensa/salario-de-deputados

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O surto dos justiceiros no Brasil

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Está espalhado pelo Brasil o “surto” coletivo por (alguma) justiça. Ocorre que no Brasil o menor infrator tudo pode contra os outros e ninguém pode contra ele. Não fosse isso o suficiente, também temos um governo que fomenta a invasão de terras, a guerrilha, o vandalismo e a coitadização dos criminosos.

O que esperar de um país com 55 mil homicídios anuais (2013)? Políticos e falsos defensores da lei financiam movimentos como o Black Blocs, enquanto o governo apóia a invasão de terras pelo MST e envia membros deste movimento para treinar guerrilha no Mato Grosso, com integrantes das FARC e agentes cubanos.

A população fica/está à mercê dos piores elementos existentes em uma sociedade: os bandidos. O que ocorre no Brasil é consequência do desgoverno estatal, com suas leis absurdas que garantem aos bandidos que a população não está armada e apoio a movimentos terroristas em solo nacional.

Os cidadãos acuados recorrem ao único meio de autopreservação disponível e revidam as agressões de seus detratores. Não à toa vemos todos os dias algum caso de revide, seja individual ou coletivo. Pelo menos seis já foram amarrados a postes e apanharam após tentativas frustradas de agressão criminosa (seja furto, roubo, ou qualquer outro crime).

Em uma sociedade onde as vítimas são punidas e os criminosos vitimizados não poderíamos esperar reações mais brandas. Há ainda quem diga que “ainda bem que o porte de arma não é livre, pois esses justiceiros as utilizariam”. Quem utiliza desse argumento não verifica o índice de criminalidade nos países “mais armados” e “menos armados”, tão pouco os compara. Também não analisa os dados do próprio território brasileiro, onde os Estado com mais portes de armas de fogo possuem os menores índices, seguidos pelos que tem mais registros. Também não verificam que os Estados com o maior crescimento dos registros de armas de fogo são os que têm o maior recuo nos índices de criminalidade. Essas informações estão disponíveis para análise no Mapa da Violência 2013.

Se os cidadãos ordeiros possuem armas, os criminosos pensam “n” vezes antes de cometer um crime que envolva qualquer contato físico com a vítima. Logo, há menos crimes. Se aliado a isso os criminosos forem punidos, então, os “justiceiros” diminuem consideravelmente, ou até somem. Outro fato que é “esquecido” pelos defensores dessa tese de que porte de arma piora a atuação dos justiceiros, consiste em que eles poderiam ter armas ilegais e/ou utilizar armas brancas como facas, espadas, ou pedaços de pau, etc. Se quisessem matar os bandidos, então matariam, com ou sem arma de fogo.

Bem! É no mínimo compreensível o revide dos cidadãos. A legítima defesa não deve ser subjugada a conceitos distorcidos pela turma dos “direitos humanos”. Falam que os criminosos devem ir para a cadeia (quando falam isso), mas ele não vai, se for menor de idade então, não acontece absolutamente nada, no máximo um “pito” dos policiais, pois sabem que não adiantará levar o infrator a delegacia já no máximo será enviado para casa e/ou encaminhado para algum tipo de “tratamento” ou “ressocialização” infrutíferos. O “pito” também não adianta, mas pelo menos é “menos tempo perdido”. Chegamos ao ponto em que não fazer nada “compensa” pelo tempo economizado.

O bandido não é uma vítima da sociedade. Por mais que uma família desestruturada e condições de vida miseráveis possam influir, há quem prefira catar latinha e papelão na rua, capinar quintais e trabalhos diversos, a entrar para o crime. São trabalhos dignos e com uma função social mais importante que a maioria dos demais trabalhos. Entrar para o crime é uma escolha feita por falha de caráter, não por impulsos consumistas encorajados pela sociedade burguesa malvadona.

O surgimento do justiceiro é uma consequência da legítima revolta da sociedade contra os ataques estatais à legítima defesa e o apoio do mesmo Estado aos grupos defensores e vitimizadores dos criminosos; fatos que empurram os cidadãos a uma realidade dominada pela violência, a impunidade dos detratores e a punição das vítimas.

O justiceiro não possui uma falha de caráter e a escolha dele é por se defender como é possível, ou entregar sua vida nas mãos dos bandidos, vivendo acuado e com medo, sem poder usufruir de sua liberdade. E não pense você, leitor, que a solução passe por “mais Estado”, sendo justamente este o causador do problema. É necessário justamente o contrário, ou seja, menos Estado, com revogação do estatuto do desarmamento, fim do apoio aos grupos defensores de bandidos, fim da interferência na propriedade privada alheia e desaparelhamento partidário da polícia e do judiciário.

Enquanto essas mudanças rumo à diminuição do aparelho estatal não ocorrerem, veremos mais casos de bandidos amarrados em postes e o surgimento de mais justiceiros.

E se os cidadãos resolverem amarrar os políticos, corruptos e defensores de bandidos aos postes? Bem, aí faltarão postes, semáforos, hidrantes, orelhões… Do jeito que o Estado atua é mais fácil que removam os postes e proíbam o comércio e porte de cordas, trava de bicicleta, correntes, etc, aos cidadãos, do que diminuir seu tamanho e interferência na vida dos cidadãos para o bem destes, pois o que importa para os burocratas que dominam o maior aparato de coerção já inventado é o bem deles mesmos.

Por Roberto Lacerda Barricelli

Fontes:

Mapa da Violência – http://www.mapadaviolencia.org.br/

Homicídios e Juventude no Brasil – Julio Jacobo Waiselfisz – http://mapadaviolencia.org.br/pdf2013/mapa2013_homicidios_juventude.pdf

Blog Ebrael – http://ebrael.wordpress.com/2014/02/12/a-esquerda-os-black-blocs-e-o-apoio-ao-crime/

G1 – http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2014/02/homem-e-amarrado-por-vitima-apos-tentativa-de-roubo-em-sidrolandia-ms.html

R7 – http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/adolescente-suspeito-de-roubo-e-espancado-e-amarrado-nu-em-poste-na-zona-sul-do-rio-03022014

Veja – http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/assaltante-e-amarrado-a-poste-em-itajai-sc

Veja – http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/sem-mascara-doacoes-expoem-conexoes-do-black-bloc

Folha Política – http://www.folhapolitica.org/2014/01/jornalista-aponta-treinamento-de.html

Época – http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/felipe-patury/noticia/2013/07/b-base-de-treinamento-da-guerrilha-urbanab.html

Liberdade Econômica (Site) – Nos EUA Obama se espanta ao descobrir que porte de armas diminui o crime  http://liberdadeeconomica.com/home/2013/07/08/nos-eua-obama-se-espanta-ao-descobrir-que-porte-de-armas-diminui-o-crime/

Artigo do Professor John R. Lott Jr., Escola de Direito da Universidade de Chicago –http://www.armaria.com.br/maisarma.htm

“TV Folha” traz aumento da venda de armas no país e greve geral (14/07/2013) – http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocasts/2013/07/1311046-tv-folha-traz-aumento-de-venda-de-armas-no-pais-e-greve-geral.shtml

O Globo – http://oglobo.globo.com/pais/venda-de-armas-ja-supera-nivel-anterior-estatuto-do-desarmamento-8364133

Blog do Roberto L. Barricelli – https://robertolbarricelli1.wordpress.com/2013/10/09/porte-legal-de-armas-de-fogo-diminui-a-violencia/

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Brasil: Um país em guerra que desarma os “mocinhos”

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Enquanto os bandidos agem à vontade contra a população honesta e ordeira, o Estado garante que essa não consiga se defender, pois “legítima defesa é ruim para o cidadão”.

Foram 52 mil assassinatos em 2011, dos quais muitos poderiam ser evitados caso a(s) vítima(s) tivesse porte de arma de fogo e conseguisse reagir. Isso ficar provado ao analisarmos o Mapa da Violência 2013 com informações do Ministério da Justiça e da Polícia Federal.

Enquanto nos Estados com mais registros de armas e portes de armas de fogo possuem menos homicídios do que os com menos portes e registros, conforme expus no artigo “Porte legal de armas de fogo diminui a violência” (clique aqui). 

Em meio a essa guerra civil que vivemos entre bandidos, polícia e cidadãos, qual a ação do governo? Centrar seus esforços em desarmar os cidadãos, contrariando o óbvio, que uma sociedade onde cidadãos ordeiros possuem armas sofre menos com a violência, pois possui meios de se defender dos bandidos.

Os bandidos não são burros e evitam atacar alguém que possa estar armado. Tanto é que em pesquisa constante no Mapa da Violência 2013 (que contém informações da polícia federal e do Ministério da Justiça) 60% dos criminosos disseram que não atacariam uma pessoa que soubessem estar armada, enquanto 40% disseram que a mera desconfiança de que a pessoa possa estar armada é suficiente para que não ataquem (obviamente a pesquisa foi feita com presidiários).

Isso significa que uma sociedade onde os cidadãos ordeiros possuem armas inibirá os criminosos de assaltar, estuprar, assassinar, etc. Sabendo que estamos em uma guerra civil, onde os prejuízos aos cidadãos são maiores que aos próprios bandidos, porque aumentar a desvantagem dos civis? Será que é porque as organizações criminosas apóiam determinados políticos e governos?

Recentemente foi revelado que a liderança do Primeiro Comando da Capital mandou seus “filiados” e pessoas de localidades dominadas votarem em José Genuíno (PT) para o Governo do Estado de São Paulo nas eleições de 2002. (Escuto conversa com a ordem aqui).

Um conhecido me disse em 2008 que “irmãos” do PCC davam tiro para o alto em comemoração a reeleição do prefeito de Ferraz de Vasconcelos (a época Jorge Abissamra / PSB) e que comemoravam terem conseguido reeleger “o homem”. À época não compreendi o relato, hoje, compreendo claramente e não me surpreende que seja relacionado a um partido da base aliada do PT, posto o ocorrido em relação a José Genuíno.

Desarmar o cidadão permite que o Estado tenha o monopólio da força. Cidadãos desarmados não poderão reagir caso ocorra um golpe, ou sofram agressões pela força do Estado. AO mesmo tempo, os membros de facções criminosas que apóiam o governo ficarão fortalecidos, livres para atuar contra o indivíduo ordeiro e trabalhador.

Ao aceitar o desarmamento ficaremos reféns do Estado e dos bandidos e aos defensores do desarmamento, lembrem-se, você não poderão mais pegar carona na segurança proporcionada por haver cidadãos armados. Garantir uma população desarmada é o mesmo que colocar na porta de cada residência uma placa com os dizeres: “Podem invadir, não temos armas de fogo, nem meios de nos defender”.

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Também é importante lembrar que o desarmamento é proposto e defendido por pessoas que andam com seguranças, em carros blindados e moram em residências vigiadas. Ou seja, possuem todas as condições de pagar pela segurança privada para não ter que contar com a estatal que sabem ser de péssima qualidade. São indivíduos que pregam o desarmamento, mas não vivem sem “defensores armados” das empresas de segurança privada. Logo, pregam, mas não o seguem; hipócritas. Ou como os chama o escritor e colunista de Veja, Rodrigo Constantino, esquerda caviar.

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Enquanto o cidadão fica desprotegido, posto que não há, nem haverá policiais suficientes para patrulhar todo o território nacional o tempo todo, os bandidos agridem à vontade. Principalmente os bandidos que se escondem atrás de cargos legislativos e executivos, nos quais estão graças aos votos daqueles que desejam tanto manter reféns de uma política desarmamentista desonesta, que servirá aos interesses seus e de seus comparsas nas organizações mais violentas do país.

Para completar alguns dados:

– Só 3% dos estupros se consumam quando a vítima reage usando arma de fogo, entre as que não as possuem esse índice é de 32%.

– No Brasil, a chance de você ser ferido durante um assalto sem esboçar reação é de 25%, reagindo sem arma de fogo é de 45% e reagindo com arma de fogo é de 6%.

– Independente de cultura, desenvolvimento e economia, todos os países que optaram pelo porte livre de armas de fogo ao cidadão ordeiro possuem índices de homicídio inferiores aos que não optaram por isso.

– Os Estados com maior queda de homicídios nos últimos 11 anos são Rio de Janeiro e São Paulo, ao mesmo tempo, também são os Estados onde mais cresceu a aquisição de registros de armas de fogo pelos cidadãos em igual período.

– Os cinco Estados que mais possuem registros de armas de fogo são responsáveis (juntos) por 8,7% do total de homicídios no país e os cinco com menos registros são responsáveis por 21,1%.

Como prometido em artigo anterior, no próximo artigo sobre porte de armas e a guerra civil brasileira derrubarei alguns mitos.

Por Roberto Lacerda Barricelli

Fontes:

– Veja – http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/pcc-mantem-ativa-ordem-para-matar-alckmin-leia-e-ouca-dialogo-em-que-o-pcc-manda-votar-no-pt/

– ONG Defesa.ORG – http://www.defesa.org (Imagens e Dados)

– Mapa da Violência 2013 – Homicídios e Juventude no Brasil – http://mapadaviolencia.org.br/pdf2013/mapa2013_homicidios_juventude.pdf

– “TV Folha” traz aumento da venda de armas no país e greve geral – http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocasts/2013/07/1311046-tv-folha-traz-aumento-de-venda-de-armas-no-pais-e-greve-geral.shtml

– O Globo – Venda de armas supera nível anterior a Estatuto do Desarmamento – http://oglobo.globo.com/pais/venda-de-armas-ja-supera-nivel-anterior-estatuto-do-desarmamento-8364133

– Charge do Sarney –  http://domacedo.blogspot.com.br/2011/04/

– Primeira Charge – http://tirocerto.homestead.com/charges.html

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Pelo fim da tripla punição às vítimas- (Por que privatizar os presídios? – Parte 3)

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Há atualmente a dupla penalização às vítimas, sejam elas de crimes violentos, ou não-violentos. O dever da justiça é ressarcir a(s) vítima(s) da(s) perda(s) sofrida repassando os custos pelo ressarcimento ao culpado por tal perda (o agressor). Em casos de crimes violentos é necessário que além de ressarcimento haja punição adequada ao criminoso para inibir novos atos de violência. 

Abaixo exemplifico como devem ser tratados determinados pontos pela justiça, sendo que atualmente ocorre o inverso do que for exemplificado.

Para crimes não violentos o agressor deve restituir à vítima pela perda causada e pagar indenização adicional. Por exemplo, um indivíduo que furtou uma carteira e teve seu crime comprovado deve ressarcir a vítima pelos custos do bem e qualquer valor em dinheiro ou causados pelo furto (como a taxa para nova carteirinha de um clube, ou emissão de segunda via de um cartão bancário, etc.) e pagar indenização adicional. Caso não possua bens, ou dinheiro, a forma de ressarcimento e indenização pode ser acordada por ambas as partes com intermediação de um juiz ou arbitragem especializada.

Prender o sujeito nesse caso é um desserviço à sociedade, pois ele terá contato com criminosos violentos e dificilmente conseguirá sua reinserção na sociedade e no mercado de trabalho, devido à péssima estrutura do sistema penitenciário e judicial atual.

O criminoso violento deve ressarcir a vítima, pagar a indenização e cumprir pena de cerceamento da liberdade de ir e vir (em presídio privado) pelo período que estiver estabelecido em lei para o crime cometido. Em caso de impossibilidade de ressarcimento como o assassinato a indenização deverá ser pesada e paga aos familiares e/ou herdeiros da vítima, assim como a pena em cárcere privado mais longa (a máxima permitida em Lei).

Em crimes hediondos como estupro e que deixem a vítima incapacitada para prover o próprio sustento, o criminoso deve ser obrigado a arcar com todos os custos para sustento da vítima enquanto esta não puder provê-los e por custos totais de filhos (no caso de estupro) pelos primeiros anos de vida, caso a vítima não os entregue à adoção, e por metade dos custos enquanto o filho não for independente. Caso o filho tenha necessidades especiais, o criminoso deverá arcar com os custos dessas necessidades integralmente pelo resto de sua vida, ou de seu filho, logo que o ato responsável pela concepção não foi consensual; independente de a vítima escolher dar a luz ao filho por livre vontade.

A justiça atual apenas pune o agressor, sem dar atenção à vítima, o que não impede novos atos de violência futura, nem oferece o ressarcimento das vítimas e/ou de seus familiares e herdeiros, como deveria ser de direito.

Para piorar, a vítima é triplamente penalizada, pois além da agressão sofrida, não há ressarcimento e ela ainda é obrigada a sustentar o agressor através do pagamento de pesados tributos para manutenção do sistema penitenciário público.

Por isso há a necessidade de privatizarmos os presídios e realizar nas leis e na justiça as reformas acima propostas. As vítimas seriam ressarcidas, ou caso não pudessem ser, tal ressarcimento ocorreria aos seus familiares e/ou herdeiros, além do recebimento de indenização e da adequada punição ao agressor, que teria que trabalhar e estudar dentro dos presídios para garantir o próprio sustento.

Em casos específicos parte do salário que o agressor receberia pelo seu trabalho dentro do presídio (para saber como isso seria clique aqui) seria entregue à vítima para arcar com custos como seu sustento de terceiros envolvidos no crime (como filhos advindos de estupro e incapacidade de trabalhar causada pela agressão).

O “Bolsa-Preso” (que confere R$971,78 aos presos com filhos e por cada filho) não existiria mais, deixando também de sair dos bolsos dos cidadãos honestos e principalmente das vítimas.

Com os presídios privados e indivíduos que cometam crimes não-violentos tendo a punição adequada, a superlotação deixará de atormentar o sistema penitenciário no médio prazo até sua extinção no longo prazo.

As vítimas não devem ser punidas pelas agressões que sofrem e os agressores devem receber a punição adequada pelos seus crimes para inibição de violência futura. Este é um dos principais motivos para privatizarmos o quanto antes os presídios brasileiros.

Por Roberto Lacerda Barricelli

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Link do livro no Clube de Autores:https://clubedeautores.com.br/book/150972–ESTATISMO_PTRALHA__O_ESTADO_INTERVENCIONISTA_BRASILEIRO

Fontes:

Previdência: Auxílio Reclusão – http://www.previdencia.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22

Partido Libertários – http://libertarios.org.br/liber/direitos-individuais

Terra Notícias – http://noticias.terra.com.br/brasil/39bolsa-preso39-aumenta-60-em-4-anos-massa-carceraria-17,e6194bc92690b310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

Portal Brasil – http://www.brasil.gov.br/cidadania-e-justica/2013/01/inaugurada-em-minas-gerais-primeira-penitenciaria-privada-do-pais

Arquivos do Blog:

– Por que privatizar os presídios (Parte 1) – Blog do Roberto Lacerda Barricelli – https://robertolbarricelli1.wordpress.com/2013/09/18/porque-privatizar-os-presidios-parte-1-a-experiencia-ribeirao-das-neves/

– Por que privatizar os presídios (Parte 2) – Blog do Roberto Lacerda Barricelli – https://robertolbarricelli1.wordpress.com/2013/09/20/por-que-privatizar-os-presidios-parte-2/

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