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Porto de Mariel e o retorno da Mãe Rússia

Roberto Lacerda Barricelli*

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Quem acompanha meu trabalho desde 2013 talvez tenha lido minha série sobre o Porto de Mariel (clique aqui se não leu). Bem, eu avisei que quando o empreendimento estivesse pronto, devido se tratar de um porto embargado, sem acesso ao principal mercado mundial (Estados Unidos) devido à lei Helms-Burton que pune com 180 dias proibição de atracar nos Estados Unidos, as embarcações que tenham anteriormente atracado em Cuba.

Também avisei que mesmo a capacidade para navios muito maiores existir, tal embargo, o fato de haver mais de 65 portos na região da América Central, caribe e Golfo do México, em pleno funcionamento e com regras adequadas, e não haver nenhuma segurança jurídica em Cuba, posto que, em 1996, havia uma ZPE em Mariel e esta foi desativada do dia para a noite por Fidel Castro, que acusou todos os empreendedores de contrabandistas a serviço do “imperialismo americano”, deixando 120 fundos de investimentos e mais de 200 empreendedores literalmente a ver navios, as únicas empresas que se instalariam lá seriam aquelas bancadas pelo dinheiro dos pagadores de impostos brasileiros (e de outros países), pois prejuízos são socializados, o comércio de drogas das FARC e as indústrias bélicas de China e principalmente da Rússia.

Também avisei que utilizariam o local para trocar armas pro drogas que abasteceriam o mercado consumidor das América, principalmente Estados Unidos, Brasil e México, e o Chinês, além do contrabando de armas para a Coreia do Norte e países aliados aos ideais comunistas, o que relatório da ONU já comprovou em ambos os casos, além do fato de uma semana antes do meu primeiro artigo da série terem aprendido uma carga de armas no canal do Panamá, financiada por Venezuela e protegida por soldados cubanos, disfarçada como carga de açúcar. Isso sem contar que há cabeças das FARC vivendo bem perto do Porto e ZPE de Mariel.

Bem, na época me disseram o seguinte: “as acusações que você faz são muito graves”. Mantenho o que eu disse a época: “não são acusações, mas uma análise dos fatos que leva a prováveis consequências”. Como tudo que eu disse tem ocorrido, agora é foi a vez de Vladimir Putin visitar Cuba e conversar sobre alianças estratégicas, tais como as “fechadas” com nossa presidente, Dilma Vana Rousseff, que abrangem: comércio, tecnologia e defesa. Não me espantará se o comércio e a tal tecnologia estiverem sob a “defesa”, ou seja, ligados a indústria bélica russa que se instalaria em Mariel, onde, por acaso, foi reativada uma base militar russa, da época da crise dos mísseis,

A Rússia também reativou uma base militar no Equador e deve instalar em breve uma na Venezuela. Pergunto: que acordo de “defesa”, feito entre países que apoiam o desarmamento civil, pode beneficiar os cidadãos?  Se você ler meu artigo sobre porte de armas (clique aqui) e verificar as fontes, verá que a Rússia é um dos países mais desarmados do mundo, enquanto possui taxa de homicídios bem acima dos mais armados.

Por que instalar e/ou reativar bases militares no coração da América Latina, justamente em um momento de expansão dos governos bolivarianos? Estaremos presenciando o retorno da Mãe Rússia? A Copa do Mundo de Futebol FIFA 2018 ocorrerá na Rússia justamente no momento que tal país mais quer internacionalizar sua influência, será mera coincidência?

O que é certo é que a Rússia cansou de exercer uma influência local e agora parte com tudo para uma influência global, que em muitos pontos lembra a expansão imperialista soviética e volta seus olhos justamente (como naquela época) para a América Latina, bem cara dos “ianques”. Mas desta vez encontram um ambiente com franca expansão de projetos de governos totalitários bolivarianos e um frouxo na Casa Branca.

*Jornalista, Assessor de Imprensa do Instituto Liberal e Diretor de Comunicação do Instituto Pela Justiça. Colunista do Clube Farroupilha, do Clube Miss Rand, do Epoch Times e do Liber Blog

 

Fontes:

Alerta Total – http://www.libertar.in/2014/02/alerta-total-russia-quer-instalar-bases.html

Neste Blog: 

1 – https://robertolbarricelli1.wordpress.com/?s=Porto+de+Mariel

2 – https://robertolbarricelli1.wordpress.com/2013/10/09/porte-legal-de-armas-de-fogo-diminui-a-violencia/

Relatório da ONU – http://www.un.org/ga/search/view_doc.asp?symbol=S/2014/147

ONU – http://www.un.org/

Diário do Grande ABC – http://www.dgabc.com.br/Noticia/359151/cuba-pode-ter-tentado-introduzir-drogas-nos-eua

Ucho Info –http://ucho.info/panama-intercepta-navio-norte-coreano-com-armamento-em-meio-a-carga-de-acucar

Estadão –  http://m.estadao.com.br/noticias/internacional,russia-quer-instalar-bases-militares-em-cuba-e-na-venezuela-diz-ministro,1134910,0.htm

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Dilma e o Porto de Mariel (VI) – A ameaça bélica começou

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Como eu avisei nesta série, inicia-se o processo de tráfico de armas para a Coreia do Norte a partir do Porto de Mariel, financiado com recursos roubados do cidadão brasileiro via BNDES. Sim, financiamos uma verdadeira ameaça a nossa própria liberdade, pois não é de hoje que as ditaduras comunistas se alinham com o objetivo de levar esse nefasto regime aos demais povos.

Não é novidade para ninguém que há um plano para instalação do comunismo/socialismo na América Latina, que começou a ser posto em prática nos anos 1990 com a criação do Foro de São Paulo, com participação fundamental de Cuba, PT, Lula, as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), o MIR (Chile) e tutti quanti.

Quando da reinauguração do Porto e da ZPE de Mariel com o nosso dinheiro eu avisei que um dos fins seria justamente o tráfico de armas para a Coreia do Norte e outros países aliados, como Venezuela, Bolívia. Etc, e grupos comunistas revolucionários, como as FARC, um grupo narcoguerrilheiro responsável por injetar 200 toneladas anuais de cocaína no mercado de drogas.

Agora, um relatório da ONU confirma a utilização do Porto de Mariel para o contrabando de armas à Coreia do Norte. Oras, há poucas semanas um navio venezuelano, com tripulantes armados cubanos foi apreendido no Canal do Panamá com armas em direção à Coreia do Norte. Agora que não há mais esse risco, com a rota bem mais segura proporcionada por Mariel e pelos impostos dos brasileiros, por que utilizariam o Porto de outra forma?

O primeiro passo foi dado. Também já avisei que as FARC utilizarão o Porto de Mariel como rota do narcotráfico internacional, em direção à América Latina, Rússia e China, em troca de armas com a indústria bélica pesada desses dois últimos países e dos próprios traficantes latino-americanos. Também será bem mais fácil escoar drogas até os Estados Unidos.

Outro ponto é a instalação da indústria bélica pesada no próprio Porto, no mínimo de uma logística adequada para elas. Produção? Acho difícil, mas se os componentes chegarem de outros países, com óbvia permissão da Ditadura Castrista, quem sabe a mão de obra não possa ser treinada e receba a especialização necessária. De qualquer forma, compensa, pois líderes das FARC estão logo ao lado, morando tranquilamente na Ilha Cárcere.

A primeira previsão estava certa. O que será que ocorrerá com as demais?

Por Roberto Lacerda Barricelli

Fontes:

Relatório da ONU –http://www.un.org/ga/search/view_doc.asp?symbol=S/2014/147

Blog –https://robertolbarricelli1.wordpress.com/2014/03/08/dilma-rousseff-e-o-porto-de-mariel-iv-uma-ameaca-belica/

Capitol Hill Cubans –http://www.capitolhillcubans.com/2014/03/why-odebrechts-port-was-chosen-for.html

Reaçonariahttp://reaconaria.org/colunas/colunadoleitor/porto-cubano-financiado-por-dilma-e-usado-pra-contrabando-de-armas-para-coreia-do-norte/

Mídia Sem Máscara (Compilação de atas do Foro de São Paulo) –http://www.midiasemmascara.org/attachments/007_atas_foro_sao_paulo.pdf

Veja – http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/fotos-mostram-vida-mansa-de-terroristas-das-farc-em-cuba

Diário do Grande ABC – http://www.dgabc.com.br/Noticia/359151/cuba-pode-ter-tentado-introduzir-drogas-nos-eua

Estadão – http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,dilma-inaugura-em-cuba-porto-financiado-pelo-bndes,1123400,0.htm

Ucho Info – http://ucho.info/governo-da-incompetente-dilma-rousseff-investe-em-cuba-e-abandona-a-infraestrutura-nacional

Ucho Info –http://ucho.info/panama-intercepta-navio-norte-coreano-com-armamento-em-meio-a-carga-de-acucar

Estadão –  http://m.estadao.com.br/noticias/internacional,russia-quer-instalar-bases-militares-em-cuba-e-na-venezuela-diz-ministro,1134910,0.htm

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A inversão dos direitos das vítimas

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O bandido que não deve ter o direito de cometer crimes, contudo, o que vemos é a inversão desta máxima e não só o bandido tendo direito a fazer o que bem entender, mas os cidadãos não tendo o direito de defenderem-se.

Na mente doentia dos defensores de bandidos, conhecidos também como ativistas dos “Direitos Humanos”, sejam cidadãos “comuns”, ou políticos conhecidos (como a secretária de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário), o cidadão deve deixar o criminoso fazer com ele o que bem entender e não reagir, ou utilizar de “violência” contra o bandido (ou seja, eles nos agridem e reagir é “violência”), pois devemos respeitar “os direitos humanos” desses “coitadinhos marginalizados pela sociedade burguesa, capitalista e fascista (?) malvadona”.

Para esses grupos de defensores de bandidos, ligados sempre à esquerda, os criminosos são “produtos do meio social” e a culpa por serem bandidos é nossa, que trabalhamos arduamente para conquistar o que temos através da meritocracia e de muito esforço. Sim, somos culpados porque temos um emprego, ou somos empreendedores e isso fomenta a inveja alheia. Nesse caso a culpa pela inveja é do objeto invejado e não do invejoso e vagabundo que ao invés de trabalhar dignamente, prefere tomar à força o que o outro conseguiu com trabalho e dedicação.

Como eu já disse em artigo anterior, o que ocorrer contra os bandidos quando reagimos às suas agressões são consequências das ações criminosas desses mesmos bandidos. Atualmente, o que vemos é a morte do bandido ser colocada como uma consequência da nefasta reação do cidadão que teve a audácia de se defender, ao invés de uma consequência da tentativa do bandido em iniciar agressão contra o cidadão.

Os bandidos não são produtos do meio social. Se assim fosse, então os pobres deveriam ser todos bandidos (ou a maioria deveria ser) e os cidadão de classe média e ricos, poços de bondade e honradez. Nesse caso, não haveria crimes do colarinho branco, nem políticos corruptos que ganham mais de R$26 mil ao mês e possuem assistências para tudo.

A realidade é outra. O bandido é uma exceção e não a regra. Tanto, que vemos os pobres (inclusive os mais miseráveis) preferindo desde catar latas de alumínio, papelão e plásticos pelas ruas, até trabalhando em “subempregos”, ou oferecendo sua mão de obra para “bicos” como retirar mato do quintal, pintar uma parede, varrer a calçada, etc. Outros preferem fazer malabarismo nas ruas, vender balas, doces e bebidas nos vagões dos trens e metrôs. E por aí vai.

Logo, virar bandido não é uma consequência da pobreza, por mais extrema que seja, nem da falta de oportunidades, mas de um desvio de caráter pré-existente. Claro, não direi aqui que crescer em um lar desfeito, com um pai bêbado, uma mãe drogada e apanhando, não pode exercer determinada influência, contudo, quantos crescem em lares assim (ricos, classe média e pobres) e optam pelo caminho oposto? Quantos optam pelo crime?

No fim, há sempre a opção e quem a faz é o indivíduo. Não há oportunidade alguma? Ora, e quem lhe disse que os outros são obrigados a lhe dar oportunidades? O vendedor de água ambulante dentro dos vagões do trem teve uma oportunidade lhe dada? Não, ele criou a própria oportunidade e escolheu trabalhar ao invés de cometer crimes. Alguns podem dizer que ele está cometendo um “crime”, pois é proibido tal comércio. Contudo, eu lhes responderei que o Estado é uma instituição que vive do roubo aos contribuintes e não tem legitimidade para existir, quiçá para definir o que são crimes. Isso é definido pela nossa moral, ética e pela ilegitimidade de se iniciar agressão contra outro.

Fosse o trem uma propriedade privada e eu concordaria em dizer que é um desrespeito ao dono fazer algo que ele proíbe em sua propriedade e que é criminoso caso isso carreta alguma agressão contra ele. O Estado tem suas “propriedades” construídas através do roubo e, portanto, devem ser privatizadas e o roubo cessar. Como isso deve ser feito? Há artigos diversos neste Blog, com inúmeras fontes que mostram esse processo, do qual eu ainda falarei muito em artigos futuros. Há também livros de Mises, Hayek, Bawerk, Menger, Rothbard e tantos outros, basta pesquisar e estudar.

O que deixo aqui é esta conclusão: enquanto os bandidos forem tratados como coitadinhos que merecem compaixão e os cidadãos ordeiros e trabalhadores como crápulas culpados pela marginalização desses coitadinhos, enquanto houver o preconceito ridículo dizendo que a pobreza gera criminosos, logo, os pobres são criminosos, continuaremos caminhando em frente à institucionalização do crime como política de estatal de “justiça social” e para o fim de nossa sociedade civilizada e do direito à propriedade mais “sagrada” de todas, a nossa propriedade sobre nós mesmos.

Por Roberto Lacerda Barricelli

Fontes:

Mapa da Violência 2013 (Pronto para download em PDF)-http://www.mapadaviolencia.org.br/pdf2013/MapaViolencia2013_armas.pdf

Artigo deste Blog sobre porte de arma (fontes ao final) – https://robertolbarricelli1.wordpress.com/2013/10/09/porte-legal-de-armas-de-fogo-diminui-a-violencia/

Câmara dos Deputados –http://www2.camara.leg.br/comunicacao/assessoria-de-imprensa/salario-de-deputados

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A esquerda não quer o fim da miséria

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A esquerda não quer o fim da pobreza, principalmente porque isso significaria o fim dos pobres e miseráveis, logo, ficariam sem sua principal massa de manobra. Porém, muito mais que isso, a esquerda não deseja o fim da pobreza por causa do próprio projeto de poder.

Primeiro, as políticas esquerdistas não diminuem a pobreza, mas possuem resultados exatamente contrários. Basta observarmos Cuba, Venezuela, Coreia do Norte, Camboja, Laos, Zimbábue, Argentina, África do Sul e tantos outros, como a própria e extinta União Soviética, ou a China Maoísta, ou Vietnã sobre o domínio dos vietcongues.

Se a esquerda quisesse realmente o fim da pobreza, então, deixaria de persegui o ideal da igualdade, pois é historicamente comprovado que a tal igualdade que pregam só é concebível se nivelada por baixo, ou seja, tornando todos os cidadãos miseráveis. Mesmo assim, a igualdade inexiste fora da sociedade civil, pois os governantes acumulam toda a riqueza em suas mãos. Nesse caso, é até irônico constatar o um dos pontos mais criticados pela esquerda, o acúmulo do capital na mão de poucos, é intensificado e alcança sua máxima forma justamente nos regimes socialistas/comunistas.

Com as furadas previsões de Marx de que o proletariado regrediria até o nível da mera subsistência (e olhe lá), pois o que vemos é a classe trabalhadora ascendendo cada vez mais/ inclusive com o surgimento de uma classe média, algo jamais concebido por Marx, capaz de consumir produtos e serviços que antes eram de estreito acesso aos ricos, o proletariado chegou ao seu fim e não serve mais como massa de manobra.

Sabendo disso, houve a necessidade de se explorar outras “classes” para utilizar de massa de manobra, entre elas, os pobres surgem no topo. Não havendo pobres, terão que se contentar com as feministas e os gays, que nem se comparam em número aos primeiros. Talvez com alguns negros, mas menos do que atualmente.

A esquerda deseja justamente fomentar a pobreza, para aumentar e manter sua massa de manobra, possibilitando sua permanência no poder. Para quem destinariam “bolsas” e assistencialismo predatório se não houver miseráveis? Como institucionalizariam um voto de cabresto moderno, sem miseráveis para ter os votos comprados?

Para acabar com a pobreza, a esquerda necessita utilizar-se de políticas e conceitos liberais, o que significaria o fim da própria esquerda, a partir do momento que esta exporia os benefícios de uma sociedade liberal e fomentaria a discórdia na população quanto ao socialismo/comunismo. No mínimo, a esquerda precisaria deixar de ser esquerda e se tornar liberal/libertária.

A arma mais importante da esquerda é o fomento à luta de classes. Sem os pobres haveria massa de manobra suficiente para fomentá-la? Óbvio que não. Qual o interesse de acabar com a pobreza se isso significará acabar com o próprio projeto de poder?

Se compararmos os países mais livres com os mais repressivos veremos as diferenças gritantes de renda per capta de suas populações, IDH, expectativa de vida, etc. Ao observar o Index of Economic Freedom (Índice de Liberdade Econômica) da Fundação Heritage e comparar com o Índice de Desenvolvimento Humano, podemos efetuar essa análise e o resultado não nos deixará dúvidas de que quanto mais liberdade (algo só possível no liberalismo) melhor e quanto mais livre um país, menos pobres haverá.

Enquanto os liberais e libertários desejam a diminuição (e até aniquilação) do Estado para que as pessoas possam cuidar de si mesmas e evoluírem, os socialistas/comunistas/sociais democratas e esquerdistas de todos os tipos desejam justamente o aumento constante do Estado para tornar os cidadãos cada vez mais dependentes deste e, consequentemente, pedirem por mais e mais Estado. E qual “classe” é mais perfeita para essa missão do que os pobres e miseráveis?

Por Roberto Lacerda Barricelli

Estadão Dados – IDH 2013 – http://blog.estadaodados.com/ranking-do-indice-de-desenvolvimento-humano-idh-2013/

Index of Economic Freedom – http://www.heritage.org/index/ranking

JN (PT) – www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1862059&page=-1

DN Globo – www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=3018673&seccao=%EF%BF%BDsia

Instituto Mises Brasil – http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1046

Mídia Sem Máscara – http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/china/12781-a-grande-fome-de-mao.html

O Livro Negro do Comunismo – (Jean-Louis Panne, Andrzej PaczkowskiNicolas WerthJean-Louis Margolin, Karel Bartosek, Stéphane Courtois).

Liberdade Econômica – http://liberdadeeconomica.com/home/2013/05/07/cuba-comemora-passar-fome-diminui-o-risco-de-morte-por-obesidade/

Folha de São Paulo – http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2013/11/1371163-falta-de-produtos-bate-recorde-na-venezuela.shtml

África 21 – http://www.africa21digital.com/comportamentos/ver/20033985-pam-alerta-para-situacao-de-fome-no-zimbabwe

Veja – http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/tags/robert-mugabe/

Blog CHJ – http://desconstruindo-o-comunismo.blogspot.com.br/2012/03/os-mais-perversos-da-historia-pol-pot-o.html

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Dilma e o Porto de Mariel (II) – Enganando investidores

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A presidente Dilma Vana Rousseff e seus porta-vozes nos negócios em Cuba, em especial relacionados ao Porto de Mariel e a ZPE Mariel, estão descaradamente enganando os investidores brasileiros. O discurso é de que haverá um canal direto de comércio marítimo com os Estados Unidos da América, abertura e expansão do comércio nas regiões do Caribe, América Central e Golfo do México e que Cuba será uma excelente plataforma de investimentos para o Brasil. São mentiras que derrubarei, uma a uma, agora.

Primeiro, a Lei Helms-Burton, de 1996, atualizou o Embargo Econômico, após pressão sofrida pelo então presidente Bill Clinton, causada pela ordem do covarde Fidel Castro à Fuerza Revolucionaria de Cuba para abater dois aviões civis da organização anticastrista Brothers to the Rescue, responsável pelo resgate de diversos dissidentes cubanos em alto mar. Foram assassinados quatro integrantes da organização civil.

A atualização do Embargo Econômico resultou em punições severas para empresas Norte-Americanas que comercializarem com Cuba (exceto dos setores de medicamentos e alimentação, pois houve esse afrouxamento em 2000, promovido pelo então presidente George W. Bush). Entre essas punições, há uma que pune com suspensão de 180 dias de portos dos Estados Unidos qualquer navio que tenha passado e/ou atracado em Cuba.

Ora, então, como haverá qualquer comércio ou linha comercial com os Estados Unidos? Simples, não haverá. E se isso não fosse o suficiente, ainda há o lobby poderoso dos anticastristas (em maioria, fugitivos cubanos) no Estado da Flórida, principalmente em Miami (onde os navios atracariam) contra o comércio com Cuba. Tal lobby é tão poderoso que fez a Odebrecht, responsável pelas obras do Porto de Mariel e da ZPE Mariel, perder um contrato de US$80 bilhões com duração de 50 anos para reforma do aeroporto de Miami e administração de um complexo empresarial que lá seria construído pela empresa.

Segundo ponto. Na região do Caribe, América Central e Golfo do México há exatas 65 ZPE’s em pleno funcionamento, com legislações adequadas, profissionais qualificados e sem embargos. Como então a ZPE Mariel, com legislação enrijecida, “nova” e com profissionais que precisam de qualificação, contribuirá em algo com a região e/ou sequer concorrerá com elas? Ora, não contribuirá e não concorrerá.

“Ah, mas a ZPE Mariel terá capacidade superior a todas as demais ZPE’s”. Que capacidade? A de receber navios e maiores e manusear contêineres maiores? Bacana, agora me diga, de que isso vale se ela não proporciona competitividade econômica, fiscal, legislativa e comercial alguma? É! De nada vale.

Terceiro ponto. Cuba não será uma plataforma de investimentos para país algum, quiçá “excelente”. Explico! Cuba já teve em Mariel uma ZPE, nos anos 90, e mais duas na mesma época, instaladas na Ilha. O que ocorreu? Sem mais nem menos foram desinstaladas e todas as empresas e empreendedores acusados de contrabando por trazerem matérias primas que não existem na Ilha dos Castro. Resultado? Mais de 200 investidores perderam tudo que investiram em Cuba, do dia para a noite, e 360 entidades ligadas a fundos de investimentos estrangeiros entraram na dança.

Como Cuba pode ser uma plataforma de investimentos “excelente” se não há a menor segurança jurídica e tanto o Porto quanto a ZPE de Mariel não agregam quase nada ao comércio da região, nem abre canais de comércio com os Estados Unidos, ou qualquer outro mercado mundial relevante? Não pode, não é e não será.

Dilma, Thomaz Zanotto (diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP), Mauro Hued (chefe do canteiro de obras da Odebrecht em Mariel) e Cesário Melantonio Neto (Embaixador do Brasil em Cuba), estão mentindo compulsoriamente aos investidores que correm sério risco caso acreditem em falaciosos discursos.

Por fim, a presidente diz que mais de US$802 milhões foram gerados para a economia brasileira através do fornecimento de produtos e serviços mais de 50 empresas ao empreendimento. Agora, quais são essas empresas? Ela não sabe, não diz, não revela. E ainda quer que acreditemos em qualquer coisa só porque foi ela que disse. Quanto narcisismo.

Sei que prometi que explicarei os motivos de tal investimento aparentemente “sem noção” do governo brasileiro em Cuba. Fiquem tranqüilos, cumprirei minha promessa nos próximos três artigos desta série.

Por Roberto Lacerda Barricelli

Fontes:

Ucho Info – http://ucho.info/porto-cubano-pode-levar-a-odebrecht-usa-a-perder-us-80-bilhoes-em-miami

Ucho Info – http://ucho.info/porto-cubano-embargado-atropelou-governo-dilma-que-tenta-vender-gato-por-lebre

Ucho Info – http://ucho.info/depois-do-porto-de-mariel-dilma-financiara-zpe-de-us-290-milhoes-em-cuba

Estadão – http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,dilma-inaugura-em-cuba-porto-financiado-pelo-bndes,1123400,0.htm

WikiCuba – http://pt-br.wikicuba.wikia.com/wiki/Lei_Helms-Burton

Estadão – http://www.estadao.com.br/arquivo/mundo/2001/not20010227p23248.htm

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Metodologia do Idiota Útil (8) – Minorias oprimidas e os critérios relativistas

idiotautilA cor da nossa pele, nosso gênero ou orientação sexual, não nos confere mais ou menos capacidade, são as nossas escolhas, nosso esforço e o caráter que faz de cada indivíduo melhor ou pior sucedido que outro. Se não há oportunidades, ora, crie uma oportunidade para si mesmo.

No Brasil o grande problema é o excesso de controle estatal sobre a vida dos cidadãos.  Intervenção estatal corrói a sociedade e destrói a economia, prejudicando principalmente aos mais pobres, que a esquerda diz “proteger”.

Há uma enorme catalogação dos indivíduos que compões a sociedade em dois grupos: opressores e oprimidos. Se você é rico (e isso inclui o trabalhador de classe média, para a esquerda), branco, hétero, empreendedor, etc, então você é opressor, agora, se for negro, pobre, gay e desempregado ou em subemprego, você é oprimido.

Mas e as distorções? Ora, e se você for rico, branco e gay? Rico, negro e gay? Pobre, branco e hétero? Pobre, negro e hétero? Mulher, rica e negra? Mulher, rica, negra e gay? E por aí vai. Bem, nesse caso, tudo dependerá a qual grupo ideológico você pertence, o que na verdade é o único critério realmente válido para a esquerda, sendo os demais meros disfarces.

Explico, no fim de tudo você pode ser negro, pobre, gay e ter um subemprego, que se você não for de esquerda, você não presta e é ainda pior que um “opressor”, chamar-lhe-ão de “traidor da causa”. Excluem-te de todos os grupos e classificações e te tratam como uma aberração, pois você representa o que eles mais detestam: o indivíduo.

O ódio ao indivíduo existe devido ao que este representa: individualidade, liberdade, propriedade sobre si mesmo, propriedade privada, mérito, livre iniciativa, livre expressão, etc, ou seja, tudo aquilo que a esquerda odeia pode ser encontrado no indivíduo. Por isso, a necessidade e o desespero em coletivizar tudo, pois precisam jogar o indivíduo na massa para que se torne parte dela.

Uma vez na massa, perde-se a individualidade e é muito mais fácil ser convencido, manipulado e doutrinado. Mas, antes de coletivizar é necessário separar em grupos menores e dar-lhes nomes. Após a categorização em grupo inicia-se a lavagem cerebral. Se essa lavagem cerebral der certo, então passa a ser parte da massa e é acolhido por uma das minorias oprimidas, se não der certo, então serás marginalizado e “expulso do grupo”.

Essa é a tarefa dos idiotas úteis: idiotizar outros. O que realmente importa não é se você é negro, pobre, mulher e/ou gay, mas que você esteja alinhado com o pensamento da esquerda. Um exemplo claro é o caso do falecido deputado Clodovil Hernandes, que propôs a redução do número de deputados na Câmara Legislativa, desburocratizações e batia de frente com essa turma que defende as “minorias oprimidas”, normalmente “ativistas” dos Direitos Humanos.

O falsos defensores coitadizam essas “minorias” e o pior é que estas vestem a carapuça e realmente se acham coitadinhas. Clodovil odiava essa coitadização dos indivíduos, achava hipócrita e expôs isso na Câmara. Inclusive, ao ser atacado por uma deputada e defensora fanática dessa teoria das “minorias oprimidas”, disse que o problema era ressentimento, pois ninguém ia querer alguém como ela.

Ofensas a parte, a resposta foi mais que merecida e a deputada foi chorar (literalmente) no ombro do presidente da Câmara, no meio da sessão, dizendo: “O deputado Clodovil me chamou de feia”. Igual uma criança cujo coleguinha diz “sua feia” e ela vai chorar no colo da mãe: “Mamãe, o Joãozinho me chamou de feia”.

Clodovil, que era gay, não gostava de gays que tentavam impor sua visão de mundo e suas vontades aos outros e depois pousavam de coitadinhos oprimidos. E nesse ponto que quero chegar, pois justamente um gay com esse perfil atacou o falecido deputado dizendo: “Clodovil era homofóbico”. Adivinhem quem disse isso! Claro, o deputado Jean Wyllys (PCdoB).

É como eu disse acima, não basta ser de uma “minoria oprimida”, tem que ser de esquerda, esse é o principal ponto. E se o esquerdista for homem, branco, rico, machista e hétero? Ora, então o partido lhe dá todas as honras e luta até que ele vire presidente do Brasil, podendo ser um filósofo, ou um ex-operário, tanto faz, desde que seja de esquerda.

Se for mulher, não feminista, branca, rica e (até onde sabemos) hétero? Ocorre o mesmo que com o homem. Se houver algo de “oprimido” na história dessas pessoas para que o partido possa explorar, melhor ainda. Seja a primeira presidente, ou um nordestino de origem miserável. Os idiotas úteis de plantão se deliciam com o discurso demagógico que envolve esses personagens e saem bradando com orgulho que não são preconceituosos, pois elegeram um nordestino e uma mulher.

Esses mesmos idiotas úteis chamam o presidente do Superior Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, de macaco traidor, pois mandou bandidos do partido para a cadeia. Como são desprovidos de racismo e preconceito esses coitadinhos, não é? Fosse Joaquim Barbosa do partido e livrasse os bandidos da cadeia, que então seria um herói e um negro acima de qualquer suspeita, para os idiotas úteis.

Essa é a face escondida do racismo dos próprios esquerdistas, mas que tentam disfarçar através do monopólio de todas as virtudes, se colocando como únicos defensores daqueles que (para eles) só prestam se forem de esquerda e do partido.

Por Roberto Lacerda Barricelli

Fontes:

UOL Mais – http://mais.uol.com.br/view/1575mnadmj5c/clodovil-tinha-homofobia-internalizada-afirma-jean-wyllys-0402CD1C356AD8992326?types=A

Implicante – http://www.implicante.org/blog/o-racismo-petista-contra-joaquim-barbosa-no-twitter/

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A esquerda e a Luta de Classes (III) – Origem das “minorias oprimidas”

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Quando Karl Marx desenvolveu sua principal pseudoteoria (o comunismo) era necessário o fomento de uma luta de classes para que fosse implantada. Para tanto, Marx dividiu a sociedade entre exploradores e explorados, ou seja, entre os donos dos meios de produção (empresários/empreendedores atualmente) e os trabalhadores, sendo este último grupo chamado de proletariado.

Após, Marx desenvolveu teorias que incitassem a raiva no proletariado contra os donos dos meios de produção. Estava pronta a luta de classes. Veja, para a implantação do comunismo/socialismo é necessária a cisão da sociedade e Marx sabia disso, tanto, que escreveu: “para o advento do verdadeiro socialismo será necessário exterminar umas tantas raças inferiores”.

Para essa cisão da sociedade é necessário uma ampla massa de manobra que apóie os “líderes revolucionários” e sirva de base para a “nova sociedade”.

Bem, como todas as experiências comunistas falharam miseravelmente, deixando um rastro genocida pelo caminho, e os trabalhadores ascenderam de condição social e financeira devido ao aumento da geração de riqueza, especializações, tecnologia, aumento da produção, distribuição da renda através da geração de empregos, remunerações maiores devido a necessidade de qualificação da mão de obra, etc, não só o proletariado deixou de existir, como surgiu a “classe média”, que para Marx seria uma aberração, ou no mínimo justamente o oposto do que ele previu (o aumento dos lucros dos capitalistas através da exploração do proletariado que se tornaria uma classe de miseráveis devido ao aumento do custo de vida e a diminuição da renda consequente de tal exploração).

Ora, a renda dos trabalhadores aumentou, a “exploração predatória” só existe nos países socialistas/comunistas, ou adeptos de teorias da esquerda como social-democracia, fascismo, nazismo, social-coporativismo e estatismo e a mais valia foi refutada não só por pensadores, mas pela própria realidade. Como os trabalhadores melhoraram de vida, ao contrário do “previsto” por Marx, logo, não há interesse deles em apoiar iniciativas que vise coletivizar e retornar todos ao nível de antes, ou abaixo, através da maléfica igualdade social, que só pode-se alcançar se nivelada por baixo e torna uns mais iguais que outros, com uma elite governamental abastada e o povo miserável.

Os comunistas/socialistas perderam sua massa de manobra e, portanto, era necessário criar outra(s). É neste momento que surgem as “demandas de grupos oprimidos”, ou como são mais conhecidas, as minorias oprimidas (as mascotes da esquerda). A esquerda abraçou supostas “causas sociais” e se colocou acima de tudo e de todos como única defensora destas e detentora do monopólio de todas as virtudes. Logo, se você discordar de um acento que seja do que for falado por um esquerdista, então, você é um “inimigo” da sociedade. Isso na cabeça deles, claro.

Os negros passaram a ser tratados como coitadinhos incapazes de conseguir algo na vida por culpa do homem branco opressor. A mais pura e clara expressão do racismo, pois taxam os negros como se fossem incapazes só pelo fato de serem negros. As desculpas da escravidão, apartheid e tantas outras, não passam disso: desculpas. Ora, todos os povos do mundo passaram por escravidão, divisão social, guerras, destruição, etc, e nem por isso são considerados “oprimidos” e incapazes.

Porque os negros não teriam a mesma capacidade de passar por cima dessas mazelas e se erguerem? Porque é “recente”? Ora, e o Holodomor não é recente? O Holocausto não é recente? A Grande Fome da China Maoísta não é recente? O que não falam é que no Brasil a escravidão foi abolida no século XIX e não se pode culpar a algo que ocorre há 100 anos pela situação do negro no Brasil do século XXI.

A África é dominada há décadas por regimes socialistas repressivos que sugam os povos até o osso e depois pedem socorro internacional, para sugarem mais. Fora que se toda vez que alguém estiver em apuros, outro salvar essa pessoa, então, ficar em apuros deixa de ser um problema e pode até se tornar uma solução.

Mas não são apenas os negros, pois as mulheres e os gays também são considerados integrantes das “minorias oprimidas”. A mulher é oprimida pela sociedade patriarcal opressora e os gays pelos malditos héteros homofóbicos defensores da maldita estrutura familiar. São essas as definições da esquerda para atrair suas mascotes e incitar-lhes o ódio aos demais.

Está aí a implantação da luta de classes: gays x héteros, negros x brancos, mulheres x homens, feministas boazinhas x machistas opressores, pobres x ricos, etc. E, claro, esquerdistas x todos os demais. Pois não adiante você estar em uma classe considerada “minoria oprimida” se você não for de esquerda.

Através dessa divisão social e da doutrinação dessas “minorias oprimidas” pela esquerda temos o fomento da luta de classes e a abertura para a implantação do socialismo/comunismo. Portanto, do fim do proletário e da ascensão dos trabalhadores, surgiu a necessidade de inventarem uma nova massa de manobra. Bem, acabaram por inventar várias.

O mais interessante disso tudo é que se somarmos todas essas “minorias” termos a maioria; uma maioria disforme, alienada e doutrinada, que se acha minoria, que faz de tudo para impor as próprias vontades e conceitos, mas se acha oprimida.

Por Roberto Lacerda Barricelli

Fontes:

Blog Casa Mata – http://blogcasamata.blogspot.com.br/2009/02/ditador-comunista-mugabe-compra-mansao.html

Blog do Rodrigo Constantino – http://rodrigoconstantino.blogspot.com.br/2008/06/zimbbue-mais-uma-desgraa-comunista.html

Livros:

O Capital – Livro I (Karl Marx)

O Manifesto Comunista (Karl Marx)

Teoria de Exploração do socialismo/comunismo (Eugen Böhm-Bawerk)

O Caminho da servidão (Friedrich Hayek)

O Livro Negro do Comunismo (Jean-Louis Panne, Andrzej Paczkowski, Nicolas Werth, Jean-Louis Margolin, Karol Bartosek e Stéphane Courtois)

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