Arquivo da tag: Argentina

Não há como enriquecer através de prejuízos

???????????????????????????????????????O Governo brasileiro gosta de jogar dinheiro pela janela com o discurso de crescimento econômico (?), algo que não faz nenhum sentido. Ora, como alguém pode enriquecer tomando calote? Se uma empresa ou indivíduo empreendedor não conseguem, como uma nação conseguiria?

Financiar exportações para outros países não aumenta a produção de riqueza, pelo contrário. Cada um real que sai do Brasil via Governo como linha de crédito para outros países pagarem pelos produtos e serviços que compram de nós, significa um real a menos nos bolsos dos pagadores de impostos brasileiros, logo, significa um real a menos para consumo interno.

Quando, então, se trata de financiar exportações para países como Cuba, Venezuela, Argentina, Angola, Moçambique e Zimbabwe, a situação é ainda mais dramática, pois o calote é praticamente uma certeza. O Governo brasileiro empresta o dinheiro tomado coercivamente dos pagadores de impostos aos países que considera “amigos” para que estes paguem aos nossos exportadores, ou seja, nós pagamos a conta das nossas vendas a eles. Não faz o menor sentido.

Claro, que as empresas que exportam e recebem esses valores são beneficiadas, no entanto, todo o restante da sociedade é prejudicado, pois fica com menos dinheiro para consumo interno e, devido aos calotes, o Governo precisa repor as perdas através da única fonte de renda fixa e garantida que possui: os cidadãos.

Isso quer dizer que nós pagamos as nossas próprias exportações com nosso próprio dinheiro e ainda temos que pagar impostos maiores depois para amenizar as perdas do Governo nessas operações. Como, então, é possível ao país enriquecer desta maneira? Como enriquecer se usamos nosso dinheiro para pagar a dívida dos outros e ainda temos que dar mais dinheiro depois para repor as perdas, ficando com menos dinheiro em nossos bolsos para nossas necessidades? Estamos com menos dinheiro, mas estamos mais ricos?

É o mesmo que um vendedor de eletrodomésticos que oferece uma máquina de lavar roupas a R$600 para um consumidor, sendo que esses R$600 serão pagos por ele através de um carnê em 10 vezes. Contudo, o custo desta máquina para a loja foi de R$400 e o consumidor paga a primeira parcela (digamos, de R$68) e não paga as demais, ou paga só as três primeiras e não paga mais. Neste caso, a loja tomou prejuízo, pois não conseguiu recuperar sequer o custo do produto. Então, obviamente, não está mais rica só porque vendeu o produto. Ora, se o custo é R$400 e recebi R$68 (ou R$204), obviamente, estou com menos capital, logo, “menos rico”. No final, a loja terá que repor a perda de algum lugar, que será dos outros consumidores, aumentando os preços e limitando o crédito a perfis de menor risco.

É a mesma lógica de nossas exportações, pois achamos que estamos mais ricos porque vendemos os produtos e serviços, mas não percebemos que estamos mais pobres, pois emprestamos o dinheiro para que essa conta seja paga e não o recebemos de volta. O produto e/ou serviço saiu, mas o capital emprestado não retornou.

Esse é o problema de permitir ao Governo financiar as exportações, pois diferente de indivíduos que emprestam seu dinheiro assumindo os riscos e tendo eles que absorver as perdas (quando muito, cortando custos e modificando preços o mínimo possível para não perder outros clientes), o Governo utiliza o nosso dinheiro.

Na iniciativa privada o empreendedor está utilizando o dinheiro dele e possíveis perdas serão de responsabilidade dele, logo, ele busca investir esse dinheiro da melhor maneira possível para evitar essas perdas, que prejudicam seus clientes com possível aumento de preços, mas prejudicam seus negócios com perda de clientes devido a esse aumento e beneficia o concorrente que investiu melhor e possui um produto ou serviço tão bom quanto a um preço menor.

Um indivíduo que utiliza o dinheiro dos demais para promover o que ele acha que será benéfico para esses demais, sem ter que arcar com as perdas de maus investimentos, não se preocupará em investir adequadamente tais recursos. Como, então, achar que o Estado, que utiliza o dinheiro dos pagadores de impostos para promover o que ele (Estado) define como de interesse desses indivíduos, sendo que não precisará arcar com os prejuízos (basta arrancar mais dinheiro dos cidadãos), se preocupará em investir tais recursos da melhor maneira possível, se ele não terá que arcar com nenhuma responsabilidade por possíveis prejuízos?

Roberto Lacerda Barricelli é Jornalista, Assessor de Imprensa do Instituto Liberal (IL) e Diretor de Comunicação do Instituto Pela Justiça (IPJ)

Fontes:

Gazeta do Povo – http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?id=1465410

Estadão (Opinião) – http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,o-socorro-do-brasil-a-maduro-imp-,1094079

BBC Brasil – O Brasil é a solução para a escassez de produtos na Venezuela? – http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/11/131122_comercio_venezuela_lk.shtml

Portal Pecuária – http://www.pecuaria.com.br/info.php?ver=15283

 

Referência:

Hazlitt, Henry, Economia numa única lição, 2ª Edição, José Olympio Editora e Instituto Liberal (RJ), Rio de Janeiro, 1986

Anúncios

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

A esquerda não quer o fim da miséria

utopiamiséria

A esquerda não quer o fim da pobreza, principalmente porque isso significaria o fim dos pobres e miseráveis, logo, ficariam sem sua principal massa de manobra. Porém, muito mais que isso, a esquerda não deseja o fim da pobreza por causa do próprio projeto de poder.

Primeiro, as políticas esquerdistas não diminuem a pobreza, mas possuem resultados exatamente contrários. Basta observarmos Cuba, Venezuela, Coreia do Norte, Camboja, Laos, Zimbábue, Argentina, África do Sul e tantos outros, como a própria e extinta União Soviética, ou a China Maoísta, ou Vietnã sobre o domínio dos vietcongues.

Se a esquerda quisesse realmente o fim da pobreza, então, deixaria de persegui o ideal da igualdade, pois é historicamente comprovado que a tal igualdade que pregam só é concebível se nivelada por baixo, ou seja, tornando todos os cidadãos miseráveis. Mesmo assim, a igualdade inexiste fora da sociedade civil, pois os governantes acumulam toda a riqueza em suas mãos. Nesse caso, é até irônico constatar o um dos pontos mais criticados pela esquerda, o acúmulo do capital na mão de poucos, é intensificado e alcança sua máxima forma justamente nos regimes socialistas/comunistas.

Com as furadas previsões de Marx de que o proletariado regrediria até o nível da mera subsistência (e olhe lá), pois o que vemos é a classe trabalhadora ascendendo cada vez mais/ inclusive com o surgimento de uma classe média, algo jamais concebido por Marx, capaz de consumir produtos e serviços que antes eram de estreito acesso aos ricos, o proletariado chegou ao seu fim e não serve mais como massa de manobra.

Sabendo disso, houve a necessidade de se explorar outras “classes” para utilizar de massa de manobra, entre elas, os pobres surgem no topo. Não havendo pobres, terão que se contentar com as feministas e os gays, que nem se comparam em número aos primeiros. Talvez com alguns negros, mas menos do que atualmente.

A esquerda deseja justamente fomentar a pobreza, para aumentar e manter sua massa de manobra, possibilitando sua permanência no poder. Para quem destinariam “bolsas” e assistencialismo predatório se não houver miseráveis? Como institucionalizariam um voto de cabresto moderno, sem miseráveis para ter os votos comprados?

Para acabar com a pobreza, a esquerda necessita utilizar-se de políticas e conceitos liberais, o que significaria o fim da própria esquerda, a partir do momento que esta exporia os benefícios de uma sociedade liberal e fomentaria a discórdia na população quanto ao socialismo/comunismo. No mínimo, a esquerda precisaria deixar de ser esquerda e se tornar liberal/libertária.

A arma mais importante da esquerda é o fomento à luta de classes. Sem os pobres haveria massa de manobra suficiente para fomentá-la? Óbvio que não. Qual o interesse de acabar com a pobreza se isso significará acabar com o próprio projeto de poder?

Se compararmos os países mais livres com os mais repressivos veremos as diferenças gritantes de renda per capta de suas populações, IDH, expectativa de vida, etc. Ao observar o Index of Economic Freedom (Índice de Liberdade Econômica) da Fundação Heritage e comparar com o Índice de Desenvolvimento Humano, podemos efetuar essa análise e o resultado não nos deixará dúvidas de que quanto mais liberdade (algo só possível no liberalismo) melhor e quanto mais livre um país, menos pobres haverá.

Enquanto os liberais e libertários desejam a diminuição (e até aniquilação) do Estado para que as pessoas possam cuidar de si mesmas e evoluírem, os socialistas/comunistas/sociais democratas e esquerdistas de todos os tipos desejam justamente o aumento constante do Estado para tornar os cidadãos cada vez mais dependentes deste e, consequentemente, pedirem por mais e mais Estado. E qual “classe” é mais perfeita para essa missão do que os pobres e miseráveis?

Por Roberto Lacerda Barricelli

Estadão Dados – IDH 2013 – http://blog.estadaodados.com/ranking-do-indice-de-desenvolvimento-humano-idh-2013/

Index of Economic Freedom – http://www.heritage.org/index/ranking

JN (PT) – www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1862059&page=-1

DN Globo – www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=3018673&seccao=%EF%BF%BDsia

Instituto Mises Brasil – http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1046

Mídia Sem Máscara – http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/china/12781-a-grande-fome-de-mao.html

O Livro Negro do Comunismo – (Jean-Louis Panne, Andrzej PaczkowskiNicolas WerthJean-Louis Margolin, Karel Bartosek, Stéphane Courtois).

Liberdade Econômica – http://liberdadeeconomica.com/home/2013/05/07/cuba-comemora-passar-fome-diminui-o-risco-de-morte-por-obesidade/

Folha de São Paulo – http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2013/11/1371163-falta-de-produtos-bate-recorde-na-venezuela.shtml

África 21 – http://www.africa21digital.com/comportamentos/ver/20033985-pam-alerta-para-situacao-de-fome-no-zimbabwe

Veja – http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/tags/robert-mugabe/

Blog CHJ – http://desconstruindo-o-comunismo.blogspot.com.br/2012/03/os-mais-perversos-da-historia-pol-pot-o.html

3 Comentários

Arquivado em Uncategorized

Quando os Líderes Sindicais prejudicam os trabalhadores

desempregoesindicalismo

Os líderes sindicais costumam ser figuras caricatas e perigosas, basta olhar para um deles que virou presidente do Brasil e conseguiu fazer sua sucessora, lhe deixando estatais à beira da falência, inflação galopante, promessas não cumpridas, obras bilionárias inacabadas e por aí vai. Mas como não há nada ruim que não possa ficar pior, a sucessora conseguiu piorar tudo e vimos o fim de desonerações, abuso de cartões corporativos, aumento de impostos, utilização de aviões da FAB por políticos para fins pessoais e o leilão de um campo de petróleo em um lance único e arrematado pelo preço mínimo.

Claro que estou falando do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff. Mas os citei apenas para elucidar o que virá a seguir.

No meu último artigo falei sobre os efeitos negativos do aumento do IPI, que mesmo ocorrendo apenas em janeiro de 2014 já apresentou o primeiro resultado: corte de empregos na unidade fabril da General Motors (GM) de São José dos Campos (SP). Porém, prometi ao leitor, ao final do mencionado artigo, que falaria sobre o embate entre a GM e o Sindicato dos Metalúrgicos de SJC/SP. Como sou cumpridor de minhas promessas, dedicarei os próximos parágrafos ao assunto.

A GM informa que assinou um acordo de extinção da fabricação da linha de veículos d passageiros (MVA) na unidade de São José dos Campos (SP) com o Sindicato dos Metalúrgicos da região, em 28 de janeiro de 2013. No acordo haveria a comunicação do encerramento da atividade e desligamento dos funcionários, sendo que 304 já aderiram ao programa de desligamento voluntário.

O acordo que foi assinado após a presidente Dilma Rousseff e o Ministro da Fazenda Guido Mantega confirmarem a necessidade de um “ajuste fiscal” que passaria pelo fim do benefício fiscal relacionado ao IPI para as montadoras, mas somente em 2014. Tanto que o desligamento foi acordado, segundo a GM, para 31/12/2013, justamente um dia antes do fim do benefício fiscal e para os funcionários da linha que sofrerá o maior reajuste, de 2% para 3% em janeiro e 7% em julho (5% no total).

Ocorre que em julho de 2013 houve uma reunião entre o Ministro Guido Mantega e o presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) e dirigente da GM, Luis Moan, no qual ficou acertado que o aumento do IPI será gradual.

Porém, segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP), Antonio Ferreira de Barros, o acordo entre Mantega e Moan seria válido apenas se a GM mantivesse o emprego dos funcionários em seu parque industrial (assim como0 as demais montadoras). Algo que não foi confirmado.

Sabendo que o acordo com o Sindicato ocorrera em janeiro de 2013 e com o Ministro da Fazenda em julho de 2013, logo, é mais que óbvio que tal acordo é válido apenas para a situação de funcionários que não aderiram ao programa de desligamento voluntário e não faziam parte do acordo de janeiro entre Sindicato e GM (caso realmente exista a “cláusula” de “estabilidade dos funcionários” para aumento do IPI “só” em julho/2014, entre Mantega e Moan).

Agora entenderão como o dirigente sindical pode prejudicar os trabalhadores que afirma defender. Ferreira Barros disse que o Sindicato entrará com ação no TRT de Campinas para tentar impedir as demissões e, caso não seja atendido, tentará junto a Mantega o cancelamento do benefício fiscal para que o aumento a 7% ocorra imediatamente como forma de “punir” a montadora. Vejamos até onde chega o ego de um indivíduo:

1 – Não basta querer definir se a empresa pode ou não demitir os funcionários por ela mantidos, mas também quer definir quando e por quais motivos será permitido. Uma agressão direta ao direito sobre a propriedade privada, pois a empresa tem o direito de definir quem pode/deve ou não trabalhar dentro de sua propriedade privada (neste caso o parque industrial).

2 – Ferreira Barros acionará a justiça do trabalho para impedir que uma empresa demita seus funcionários, mesmo que estes recebam todos os direitos previstos pela lei, mesmo havendo um acordo de quase um ano para o encerramento da linha de montagem e desligamento dos funcionários em questão.

3 – Prevendo uma provável derrota, Ferreira Barros que vingança. Ora, como chamaria então? Se a justiça definir que a empresa não deve ser impedida nem punida, Ferreira Barros pretende recorre ao Ministro Mantega, para que este passe por cima da lei e puna a montadora causando-lhe prejuízo.

Esses três pontos mostram claramente a arrogância de indivíduos que se acham acima da constituição federal e com direitos sobre as propriedade privada alheia, mas piora. Ou Antonio Ferreira Barros não tem o menor conhecimento de economia básica, ou possui, mas o ignora por motivos pessoais e ideológicos.

Ao impedir que uma empresa corte funcionários (até 750) para equilibrar os custos operacionais e administrativos, o Sindicato coloca em risco o emprego de todos os 7 mil operários que trabalham no parque industrial. A produção da linha MVA já está concentrada em Rosário (Argentina), logo, o que impedirá que outras linhas migrem para outros países, ou ao menos Estados ou Municípios? Se o Estado aumenta os custos das empresas e os Sindicatos impedem que elas façam os necessários ajustes no curto prazo, coloca-se em risco todos os empregos existente e os postos de trabalho que poderiam surgir no longo prazo.

As empresas serão obrigadas e procurar outros locais para transferir sua produção (total ou parcial). No caso da GM, que está a 54 anos na região, apesar dos custos para transferir a unidade para outro Município, Estado ou País, a economia gerada no longo prazo pode compensar.

No caso de mudança para outro município há a possibilidade de aproveitar parte da mão de obra já empregada dependendo da distância, contudo, mesmo assim retirasse uma empresa que fornece sete mil emprego de uma região com pouca oferta de trabalho, afetando consideravelmente a economia local e causando desemprego em massa que mesmo no longo prazo será difícil de reverter devido à capacidade reduzida de reabsorção dos desempregados pelo mercado da região. Se a mudança for para outro Estado ou País, a situação é pior, pois o encerramento dos postos de trabalho será geral, sem a menor possibilidade de parte significativa da mão de obra dos empregados ser aproveitada.

Agora, se Ferreira Barros não conseguir impedir as demissões, mas conseguir que Guido Mantega corte os benefícios, isso afetará todas as montadoras e não apenas a GM. Também resultará em aumento do custo além do previsto para o período, acarretando a necessidade de novos cortes, deixando mais trabalhadores desempregados. Contudo, desta vez, os cortes serão em todas as montadoras e haverá bem mais postos de trabalho encerrados.

Portanto, o melhor a fazer é deixar as empresas de ajustarem à nova realidade de mercado (ocasionada pela intervenção do Estado através do aumento de imposto).  Ao efetuar ajustes que visam o bem estar da empresa, esta protege os seus funcionários. A intervenção nesses ajustes coloca todos os envolvidos em risco, mas isso pouco importa em ano de eleição. O importante é manter a situação “sob controle” até após as eleições. O mesmo vale para dirigentes sindicais. Não importa pensar na proteção aos trabalhadores deixando as empresas ajustarem-se ao mercado, proporcionando geração de novos postos de trabalho e renda no longo prazo, mas em manter-se com “prestígio” e no “poder”. Ora, se der problema, basta desviar o foco para o bode expiatório favorito dos sindicatos: as empresas. Coloca-se a culpa nas empresas, empresários, burguesia e quem mais for e pronto.

Quando dirigentes sindicais imitam os burocratas do Estado e colocam seus interesses pessoais acima daqueles aos quais dizem “proteger”, então, prejudicam aos trabalhadores. Quando ignoram as leis econômicas e intervém na propriedade privada alheia impedindo que as empresas se ajustem a realidade do mercado, logo, prejudicam novamente aos trabalhadores.

Por isso somente o Livre Mercado é capaz de acabar com tais distorções, pois nele, além de haver mais concorrência (que obriga as empresas a investirem em qualidade e preços competitivos), as empresas precisam investir na contratação de funcionários qualificados oferecendo salários, benefícios e estruturas atrativas e efetuando os ajustes que forem necessários, sendo que mesmo havendo cortes, por haver mais oferta de emprego, o mercado consegue reabsorver melhor e mais rapidamente os desempregados, proporcionando estabilidade e dinamismo à atividade econômica.

Por Roberto Lacerda Barricelli

Fontes:

– O Globo – http://oglobo.globo.com/economia/as-vesperas-do-ano-novo-gm-demite-em-massa-11175767

– Veja – Economia – http://veja.abril.com.br/noticia/economia/operarios-da-gm-sao-demitidos-na-vespera-do-ano-novo

– GM / Chevrolet – http://www.chevrolet.com.br/chevrolet-world/news/gm-em-sao-jose-dos-campos-completa-54-anos-de-atividades-no-bras.html

2 Comentários

Arquivado em Uncategorized