Um exercício “desesquerdizante”

Proponho o seguinte exercício re raciocínio e lógica. Em uma sociedade (muito) hipotética, onde da população fosse composta da seguinte maneira:

tabelaexercício

Entre homens e mulheres as proporções verificadas nesta sociedade são exatamente as informadas nos seis itens acima.

Uma sociedade realmente muito hipotética, apenas para permitir o exercício. Nessa sociedade os “pobres” possuem um padrão de vida satisfatório e goza-se de ampla liberdade econômica e social.

Bem, nesse caso, quais grupos a esquerda fingiria defender para gerar sua massa de manobra e fomentar uma luta de classes? Ora, a minoria da população é composta por homens, héteros, machistas, brancos (e outros) e pela “Nova Classe Média”.

Então, nesse caso a esquerda tomaria os homens brancos, héteros, machistas e da “pobreza” (que não é pobre de verdade) como uma “minoria oprimida” e fingiria defendê-los para formar sua massa de manobra e fomentar a luta de classes? Pense um pouco antes de ler o próximo parágrafo.

Pensou? Bem, para acharmos a resposta, primeiro, precisamos encontrar as opções e questioná-las. Nesse exercício a esquerda ficou com duas opções:

1 – Tomar os homens brancos héteros, empregados da nova classe média (que não é “pobre”) e machistas como uma minoria oprimida e fingir defendê-los, como hoje faz com gays, negros, pobres, mulheres, etc.

2 – Não criar minoria oprimida alguma, não ter massa de manobra, não fomentar a luta de classes e, por fim, deixar de existir, ou existir sem expressão alguma.

Analisadas essas duas opções, qual você acha que a esquerda escolheria? Eles preferirão deixar de existir, ou não ter poder algum sobre nada e ninguém além de si mesmos? Pois é! Acho que não preciso dar a resposta a vocês, certo? Isso mostra claramente como a esquerda é interesseira, doutrinadora e manipuladora, agindo pelos próprios interesses, enquanto mente dizendo que age pelo “interesse social”, que acaba destruindo a própria sociedade.

Inclusive, se olharmos a história, enquanto houve o proletariado para servir como massa de manobra à esquerda, como foram tratados os negros, gays, mulheres, feministas e pobres, pela própria esquerda? Bem, se levarmos em consideração que os “grandes líderes” dessa esquerda eram/são racistas, homofóbicos, machistas ao extremo e socializaram a pobreza para a população enquanto viveram/vivem com o bolso cheio do “maldito capital”, a resposta fica clara.

Se considerarmos que gays foram enviados para campos de concentração na URSS, China Maoísta e Vietnã e que Cuba e Coreia do Norte ainda os enviam, também fica fácil responder. Um gay defender essas ditaduras assassinas e usar camisas como do racista, homofóbico, machista e assassino, Che Guevara, é o mesmo que negro utilizar uma camisa a favor do Apartheid, ou com a foto de comunistas como Nelson Mandela, ou um judeu tatuar a suástica.

Como, então, vemos hoje indivíduos como o deputado Jean Wyllys defendendo o socialismo/comunismo e idolatrando todos esses regimes? Ora, idiotas úteis sempre existiram e continuarão existindo, mas só até que eles defendem ser implantado, pois depois, como a história prova, são eles os primeiros a “sumirem”.

Por Roberto Lacerda Barricelli

Fontes:

Livros

O Verdadeiro Che Guevara. Fontova, Humberto. Editora E Realizações, 2009.

O Livro Negro do Comunismo. Courtois; Werth; Panné; Paczkowski; Bartosek e Margolin. Editora Bertrand Brasil.

A Grande Fome de Mao. Dikotter, Frank. Editora Dom Quixote, 2012.

Sites:

Instituto Ludwig von Mises Brasil – http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1046

Alameda Digital – http://www.alamedadigital.com.pt/n10/sombras_historia.php

Deutsche Welle (DW) – http://www.dw.de/encontro-entre-governo-e-oposi%C3%A7%C3%A3o-termina-sem-acordo-na-ucr%C3%A2nia/a-17296447

Mídia Sem Máscara – http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/china/12781-a-grande-fome-de-mao.html

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1 comentário

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Uma resposta para “Um exercício “desesquerdizante”

  1. Eu não acredito que o esquerdismo usaria alguma vez homens brancos e héteros como massa de manobra, nem mesmo nesta sociedade hipotética. Isto porque o esquerdismo é um conjunto de doutrinas fundamentadas em valores infantis de “paz mundial e eterna”, “vamos todos ser amigos”, “violência gera violência” etc. Por isso, ele tem muito mais adesão entre mulheres e jovens, que são no geral mais imaturos e, por isso, suscetíveis à necessidade da aprovação grupal. Homens que amadurecem de verdade não caem na ladainha esquerdista de jeito nenhum.

    Pode observar que foi justamente quando se concedeu a mulheres e jovens uma voz ativa na sociedade, que as ideias esquerdistas começaram a florescer. Um exemplo são as mulheres dos sans-culottes, um dos grupos radicais da época da Revolução Francesa.

    Por isso, acredito que na sociedade hipotética acima, o esquerdismo ainda usaria as mulheres, os negros e os gays como as “vítimas do sistema”, especialmente as que reunirem as 3 características juntos, pois quando a sociedade chegar nesta composição, estará bem condicionada a ver tais grupos como as vítimas-padrão, e o esquerdismo jamais ajudaria aqueles que teriam condições de pô-la abaixo assim que tivessem força suficiente.

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